sábado, 20 de novembro de 2010
Cantos da África em Igaraçu
Ontem, 19/11/2010, a mais velha cidade pernambucana teve um cortejo diferente por suas ruas velhas, esquecidas e empoeiradas. Cantos africanos ecoavam pelo sobe e desce das suas ladeiras. Cerca de 90 pessoas festejaram a consciência negra local no evento 2º Tambores da Libertação. Muitos dos participantes professam as religiões de matriz africana e vestidos conforme suas crenças saíram às ruas para mostrar uma Igaraçu que existe desde a chegada do primeiro cidadão africano escravizado a essas terras. Uma fé que resistiu a todo tipo de maldade e preconceito; e que hoje, no canto, nos trajes e nas danças de seus fiéis se preserva e se revela como força, sem precisar temer ou pedir licença aos guardiões do mofo histórico do nosso município. Parabéns. Axé!
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
ASSIM DISSE LULOASTRO: VOTEM EM DILMA PARA A IRANIANA NÃO MORRER.
Condenada a morrer apedrejada. Eis o destino da iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, por supostamente ter adulterado com dois homens. O presidente Lula fez um apelo (em nome “da amizade?”) a Mamute Armanuclear. Segundo um site de notícias Lula disse “Se essa mulher está causando incômodo, nós a receberíamos no Brasil de bom grado”. Depois disso, num comício em Curitiba, PR, aproveitou-se da situação para angariar votos para Dilma, e falou: “Se Dilma for eleita, ela poderia telefonar para Ahmadinejad pedindo a libertação da iraniana. Tenho certeza de que ela vai ter sucesso”.
Essa pena iraniana lembra muito a santa inquisição católica. Inocentes eram mortos por confessar “sob tortura” seus supostos vínculos satânicos. Muitas leis no Oriente banem o direito à vida e à individualidade humanas. O Irã é um dos melhores exemplos. Em 2005 dois rapazes foram mortos por ser gays. O enforcamento aconteceu na Praça da Justiça da cidade de Mashhad. Já em 2008 mais dois gays, dessa vez, acusados por estupro, foram colocados em sacos plásticos e jogados do alto de um precipício. São essas as leis que temos que respeitar?
Para os islâmicos aquela mulher pecou contra Deus e merece a morte. Eles “seguem” o que está dito no Corão. Entretanto, embora o livro condene a mutilação genial feminina de meninas, jovens e adultas, a prática é comum em regiões do Oriente Médio, esmagadoramente muçulmano. Isso ocorre para reduzir a sexualidade e o prazer. Muitas morrem de hemorragia e/ou infecção, principalmente na África. Já no Afeganistão e Paquistão são obrigadas a usarem a burca que cobre todo o corpo, e no Irã, o xador que expõe somente o rosto. A idade penal para as iranianas começa aos 9 anos. Lula sabia disso? Creio que não. Ele nem sabe os motivos dos EUA e da União Européia se oporem ao programa nuclear do Irã.
O presidente tenta resolver problemas sérios como se fosse uma conversa de botequim. Um bate-papo revolucionário na mesa de um bar, numa sexta-feira à tarde. Dizer a Mamute Armanuclear que mande a mulher pra gente já que ela o incomodou é o cúmulo da estupidez. Isso não é diplomacia. É brincar com a inteligência e a vida das pessoas. Ele resgatou a imagem do Brasil colônia, destino dos degredados: criminosos, desafetos, inimigos e opositores ao sistema lusitano, à época. No caso atual, seria o degredo de supostas adúlteras.
E o auge do avacalhamento foi dizer que Dilma sendo eleita resolveria isso. Esse tipo de pronunciamento é burrice; é apelação, é desrespeito à inteligência nacional; além de tentar coagir as pessoas a votarem em sua candidata com a desgraça alheia. Ou seja: Votem em Dilma para a iraniana não morrer... O Mamute espera. E quem é Dilma ou outro candidato para acabar numa única ligação telefônica, um código rígido e secular de uma cultura? Ela se vestiria de burca ou xador? Aquele discurso num comício oficial foi coação eleitoral, pois condicionou à vida da iraniana à vitória de Dilma. Não preciso do TSE para julgar isso.
A partir de suas palavras e episódios podemos analisar as posturas e as opiniões do Sr. Lula. Será mesmo que a questão Venezuela/Colômbia é só algo pessoal como disse Lula? Será que comparar presos políticos cubanos com marginais paulistas é certo? E deixar nossa embaixada em Honduras servir de quartel general para um golpista? E tomar os meios de comunicação na Venezuela ou estatizar nossa Petrobrás na Bolívia? Muitos fazem caras e bocas por termos um presidente operário, que venceu as elites e a opressão e blá blá blá... Mas ninguém, por mais pobre que seja não vai medir a pressão arterial no borracheiro da esquina; e nem vai cuidar do coração com o açougueiro do mercado público. E os operários de hoje tem que se capacitar; e sabem o prejuízo que dá a falta de um diploma.
Quando Lula se pronuncia sobre certos temas fica a dúvida se suas ‘viagens” são por conta da limitação do discurso de pátio de montadora; burrice mesmo ou jogo político para ser criticado pela mídia, e posar de vítima. Quem sabe até... um mix disso. E outra, ele é amigo e mantém boas relações com os ditadores Fidel, Chaves, Evo, Mamute Armanuclear e um golpista centro-americano. Então surge a pergunta: Se filho de peixe... pexinho é. Amigo de ditador... ditador também é? E se o candidato do PT fosse gay e gays iranianos estivessem aguardando a forca ou serem jogados de um penhasco, Lula ligaria para o amigo ditador? Eai.
Essa pena iraniana lembra muito a santa inquisição católica. Inocentes eram mortos por confessar “sob tortura” seus supostos vínculos satânicos. Muitas leis no Oriente banem o direito à vida e à individualidade humanas. O Irã é um dos melhores exemplos. Em 2005 dois rapazes foram mortos por ser gays. O enforcamento aconteceu na Praça da Justiça da cidade de Mashhad. Já em 2008 mais dois gays, dessa vez, acusados por estupro, foram colocados em sacos plásticos e jogados do alto de um precipício. São essas as leis que temos que respeitar?
Para os islâmicos aquela mulher pecou contra Deus e merece a morte. Eles “seguem” o que está dito no Corão. Entretanto, embora o livro condene a mutilação genial feminina de meninas, jovens e adultas, a prática é comum em regiões do Oriente Médio, esmagadoramente muçulmano. Isso ocorre para reduzir a sexualidade e o prazer. Muitas morrem de hemorragia e/ou infecção, principalmente na África. Já no Afeganistão e Paquistão são obrigadas a usarem a burca que cobre todo o corpo, e no Irã, o xador que expõe somente o rosto. A idade penal para as iranianas começa aos 9 anos. Lula sabia disso? Creio que não. Ele nem sabe os motivos dos EUA e da União Européia se oporem ao programa nuclear do Irã.
O presidente tenta resolver problemas sérios como se fosse uma conversa de botequim. Um bate-papo revolucionário na mesa de um bar, numa sexta-feira à tarde. Dizer a Mamute Armanuclear que mande a mulher pra gente já que ela o incomodou é o cúmulo da estupidez. Isso não é diplomacia. É brincar com a inteligência e a vida das pessoas. Ele resgatou a imagem do Brasil colônia, destino dos degredados: criminosos, desafetos, inimigos e opositores ao sistema lusitano, à época. No caso atual, seria o degredo de supostas adúlteras.
E o auge do avacalhamento foi dizer que Dilma sendo eleita resolveria isso. Esse tipo de pronunciamento é burrice; é apelação, é desrespeito à inteligência nacional; além de tentar coagir as pessoas a votarem em sua candidata com a desgraça alheia. Ou seja: Votem em Dilma para a iraniana não morrer... O Mamute espera. E quem é Dilma ou outro candidato para acabar numa única ligação telefônica, um código rígido e secular de uma cultura? Ela se vestiria de burca ou xador? Aquele discurso num comício oficial foi coação eleitoral, pois condicionou à vida da iraniana à vitória de Dilma. Não preciso do TSE para julgar isso.
A partir de suas palavras e episódios podemos analisar as posturas e as opiniões do Sr. Lula. Será mesmo que a questão Venezuela/Colômbia é só algo pessoal como disse Lula? Será que comparar presos políticos cubanos com marginais paulistas é certo? E deixar nossa embaixada em Honduras servir de quartel general para um golpista? E tomar os meios de comunicação na Venezuela ou estatizar nossa Petrobrás na Bolívia? Muitos fazem caras e bocas por termos um presidente operário, que venceu as elites e a opressão e blá blá blá... Mas ninguém, por mais pobre que seja não vai medir a pressão arterial no borracheiro da esquina; e nem vai cuidar do coração com o açougueiro do mercado público. E os operários de hoje tem que se capacitar; e sabem o prejuízo que dá a falta de um diploma.
Quando Lula se pronuncia sobre certos temas fica a dúvida se suas ‘viagens” são por conta da limitação do discurso de pátio de montadora; burrice mesmo ou jogo político para ser criticado pela mídia, e posar de vítima. Quem sabe até... um mix disso. E outra, ele é amigo e mantém boas relações com os ditadores Fidel, Chaves, Evo, Mamute Armanuclear e um golpista centro-americano. Então surge a pergunta: Se filho de peixe... pexinho é. Amigo de ditador... ditador também é? E se o candidato do PT fosse gay e gays iranianos estivessem aguardando a forca ou serem jogados de um penhasco, Lula ligaria para o amigo ditador? Eai.
sábado, 31 de julho de 2010
ELEIÇÕES POLARIZADAS. UM VOTO À MESMICE.
Pelo perigo de verem seus sonhos acabados, os dois lados unem-se mesmo que não oficialmente, para garantir a mesmice. Polarizar a disputa presidencial é o caminho. Reduzir as discussões nacionais a um único inimigo e demonizá-lo, é a melhor forma de manter esse país na mesmice. Assim, o Neocoronelismo - inclusive vermelho -, ganha força para manter-se com seus assistencialismos ideológicos e materiais; apagando a história política e os fatos de um passado recente e escandaloso. Entretanto, tudo muda inclusive o voto.
As candidaturas do PT e PSDB são um tipo de botox político. Ou quem sabe Cinderelas que desencantam a meia-noite. São santas e o que falam delas são calúnias meu bem. De um lado a petista reforça um “passado maravilhoso” do qual se acha herdeira legitima. Do outro, o tucano tenta excluir a imagem de FHC para ter luz própria. Creio até que se essa eleição fosse um festival de cinema, teríamos dos únicos concorrentes: Dilma, a continuadora do país das maravilhas; e Serra. O retorno dos tucanos. Nos dois casos, eu votaria em branco ou nulo.
A candidatura polarizada é o mesmo que sair do fogo e se jogar noutra fogueira. É perigosa, acaba com a democracia, pois mata o debate e impõe uma ordem ao eleitorado: Eu sou santa(o) é ela(e) o demônio. Isso pode ser observado nos discursos: querem acabar comigo; querem tirar os direitos de vocês. Mas EU estou aqui para defendê-los, vocês pobres coitados, vítimas de 500 anos de exploração... Que dizer... 510 anos de exploração física, econômica, religiosa e ideológica direitista e esquerdista.
Então, como resolver essa pendenga? Será que Jesus tirou férias prolongadas, foi à Disney comer bigmacs com coca-cola, e deixou para escolhermos Dilma ou Serra como seu representante no Planalto, nos próximos 4 anos? Ou será que agora, mais do que nunca é hora de parar com o complexo de lombriga e assumirmos nossos postos de comandantes do Brasil? Quem colocou Collor, Sarney, Renan, Jader, Palocci, Zé Dirceu, Genoíno, FHC, Lula, ACM... no poder? Quem permite que a corrupção tome conta dessa terra? Eu e vocês com o nosso voto.
Uau! Pensamos! Temos consciência! Esse papo de país de pessoas sem memória é furado. Vejamos então: Quem descobriu o Brasil? Quem canta o rebolation? Quem diz “Ô louco”? Qual a orientação sexual de Ricky Martin? E quem fala “Isso é uma vergonha”? Quem foram Chico Mendes, Chico Xavier e Zilda Arns? Uau! Vocês sabem, tem memória. De novo: qual dos sete anões de Branca de Neve foi técnico da seleção brasileira de futebol? Poxa, é claro que foi o Zangado. Chamam-no de Dunga, mas com aquele mau humor, só poderia ser o Zangado.
E agora, Dunga ou Zangado? Na dúvida, melhor pesquisar. Alguns sites dizem que o ítalo-alemão Carlos Caetano Bledorn Verri, capitão e campeão da Copa de 1994; que conquistou as Copas América de 2007 e das Confederações de 2009; técnico da seleção canarinho na copa de 2010 foi chamado de Dunga por seu tio Cláudio, que acreditava que ele ficaria baixinho. Porém, ao analisar os dois Dungas e considerando também suas posturas e personalidades, conclui-se que o nosso além de não ser um anão, está mais para Zangado.
Captou que há mais coisas no Dunga do que falou tio Cláudio? Agora vamos transportar isso para a política nacional. É importante que pesquisemos sobre as candidatas e candidatos em que pretendemos votar. Esse papo de partido, de apadrinhamento eleitoral de candidaturas só tem uma finalidade: acabar com o debate e impor algo que não foi discutido. Vocês conhecem exemplos locais de pessoas que eram “as candidatas” de fulanos e beltranos. Depois que ganharam... os resultados. E não é porque tio Lula falou, que tá falado e pronto.
Durante 510 anos de Brasil, todos os governantes deram suas contribuições à pátria. Da colônia à República, todos contribuíram de forma negativa e positiva. E o Brasil não está restrito apenas aos 16 anos do PT e do PSDB no poder. Observem o quanto encarnamos esse pastoril político. Ou você é do cordão azul ou do encarnado. Na realidade, é melhor ser do Brasil. É melhor sair desse joguinho maldito de comprar as brigas dos outros para trilhar com os próprios pés. Pensar por si, pesquisar e analisar para poder opinar.
Por falta de opção, eu havia definido que criaria um blog NESSA ELEIÇÃO VOTE EM PAZ. VOTE EM BRANCO. Motivo? O PT (sigla que votei nas duas últimas eleições) teve a capacidade de acabar com a ilusão dos amigos e inimigos do povo. Esse é seu maior legado ao governar o país. O timoneiro da ética, da moralidade, da justiça, da igualdade, da fraternidade, das forças progressistas revelou-se tão daninho e cheio de corrupção quanto os inimigos. Vários foram os escândalos envolvendo membros da Esquerda. E temos que assistir calados e ponto final?
Quando foi para ganhar nossos votos, a ética, a moralidade, a justiça e transparência eram as marcas desse povo. Mas agora eu tenho que esquecer tudo isso, negar meus valores para manter Dilma, Sarney, Collor, Renan, Paulinho da Força Sindical, Palocci, Zé Dirceu, Genoíno e Cia. no poder? Ou votar em Serra por vingança? Isso é coronelismo moderno. Os benéficos e ganhos realizados por cada gestão são uma obrigação de quem ocupa o cargo. O dinheiro é nosso e é ele que mantém o Bolsa Família, o Prouni, o PAC, a saúde, a educação.
É obrigação dos que ocupam os cargos de governantes melhorar a vida da população. E devemos ter em mente uma coisa: nós é que definimos tudo com o nosso voto. Fomos nós que colocamos todo tipo de políticos no poder. E se tiver corruptos nesse meio, é porque temos mentalidade corrupta. Será que precisamos mesmo de uma lei para não votar mais em políticos que conhecemos e que tem posturas e ações cavernosas? Vamos sempre ser ovelhinhas convenientes e deixar que os outros façam por nós viciosamente podermos nos indignar?
Para quem tem mais de 35 anos se lembra como eram as eleições passadas. Havia os candidatos dos coronéis A, B e C., e só havia dois partidos: MDB e Arena. Um representava o mal e o outro o bem, conforme a ciranda. E é isso hoje que se percebe. Não há discussão. Há imposição. Minha candidata é essa e acabou-se. Imaginem se Lula morresse hoje, o país acabaria? Claro que quem iria lamentar mais seriam os ditadores do Irã, de Cuba e da Venezuela. E se Mao Tsé Tung, Lenin e Stalin vivos estivessem, chorariam rios de lágrimas.
Esses camaradas vermelhos tomaram o poder em seus países, jurando que tudo seria melhor e que todos seriam tratados iguais. Mas o tempo mostrou tirania e opressão. Hoje, em pleno Século XXI o que vemos em Cuba e na China? Quem opinar é banido, é perseguido, é preso e até morto. O camarada Mao Tsé Tung, por exemplo, matou em sua tirania cerca de 77 milhões de chineses de variadas formas. Matou de fome; matou os desafetos políticos, além de intelectuais e estudantes. Bastava cismar... Esse é o Maoísmo.
Na minha adolescência era fã de Fidel Castro. Ele representava uma voz contra a tirania ianque. E por aceitar isso como uma verdade, eu deixei de ver o que ocorria com os povos da União Soviética, de Cuba e da Albânia. Os governos de Esquerda, e de guerrilhas armadas também fizeram suas carnificinas para se manterem no poder. Como falei, é bom pesquisar mais para ter um melhor esclarecimento. Para saber com quem anda cada candidatura. Lembra do texto bíblico: diga-me com que você anda que eu perceberei quem você é?
Eu não quero a perpetuação desse teatro de vampiros do PT. E nem possibilitar o retorno tucano. Quem está com Dilma hoje é o povo que o PT no passado condenava como forças do retrocesso. Fora isso tem os escândalos envolvendo a burguesia vermelha. E também quem é essa candidata que dia e noite se traveste para parecer ser sorridente e amigável? Sua origem é burguesa, foi membro da VAR-Palmares: Vanguarda Armada Revolucionária Palmares; trabalhou em governos petistas e não é a candidata natural do partido. Foi imposta.
Enquanto Lula veio debaixo e do sindicalismo. Ela veio de cima, ocupou cargos políticos, foi foco de escândalos recentes, e na Ditadura participou de um grupo armado que planejou seqüestros e assaltos; como foi o caso do assalto à casa do ex-governador de São Paulo, Adhemar de Barros; o que rendeu à guerrilha maoísta alguns milhões de dólares. Da mesma forma, Fidel Castro, Chaves, o presidente do Irã e os soviéticos lutaram contra as burguesias, as ditaduras e o imperialismo americano. Se o passado de Serra com FHC pode ser mostrado, por que o de Dilma não?
O engraçado é que xingamos os norte-americanos, tiramos onda com o modelo de votação deles, mas deixamos de lado algo bom que eles fazem, e os europeus também: BANIR DA POLÍTICA PESSOAS CORRUPTAS E/OU ENVOLVIDAS EM ESCÂNDALOS. Aprendemos a aumentar (como os norte-americanos), as nossas taxas de açúcar e gordura em nossas correntes sanguíneas. Mas descartamos uma ação deles, tão importante e que certamente já teríamos mudado e moralizado esse país. Ou pelos menos já estaríamos a caminho.
Tudo bem, eu sei que vocês são brasileiras e brasileiros com muito orgulho; que não desistem nunca. Sei também que vocês param o país por causa da copa do mundo, se organizam em grupos e torcidas e avaliam cada lance dos jogadores. E no carnaval! Vocês se entregam à folia por pelo menos três dias de 24 horas. Ufa! É muito tempo para a alegria. Isso é bom demais. Mas, e para a responsabilidade de votar e definir o destino do nosso Brasil? Você tem disponibilizado algum tempo? Tem buscado mais informações, mais detalhes?
Eu faço assim: Lula e FHC falaram... tá... vou pesquisar e ver outras fontes. Vou analisar o histórico de cada um. Quando posso, vejo ou escuto as entrevistas, sempre busco nos sites da Band, da Globo, da Record, da TV Brasil se tem alguma agenda com as candidaturas. E mais do que isso. Quando estou escutando e olhando para as fuças deles, viro São Tomé, e me desconecto dos apadrinhamentos políticos, tipo, esse é o nosso candidato e ponto final. Até porque, quem anda pela cabeça dos outros, é piolho.
Falando nisso me lembrei de que boa parte do povo, se pudesse não iria votar. Por qual motivo hein? Será que é por consciência? Certamente! Podemos ser acomodados, passivos e acostumados com coisas ruins e aceitar tudo. Mas uma coisa é certa: não somos burros. E nossa criatividade prova isso. Então, se vamos votar é bom que tenhamos CONSCIÊNCIA para isso. E que seja respaldada em pesquisas e análises do que é bom ou ruim para nós e para o nosso país; e de entender o que é obrigação e do que é inovação.
Observem a LRF - Lei de Responsabilidade Fiscal, o Ficha Limpa e o Bolsa Família. São leis federais e foram votadas no Congresso e no Senado. Elas são nossas e não dependem dos caprichos de “A” querer acabar e de “B“ querer manter. A LRF acabou com muita roubalheira e foi do tempo de FHC. O programa Bolsa Família é uma evolução de benefícios de governos anteriores, ocorrida no tempo de Lula. E o Ficha Suja é uma ação popular do nosso tempo. Esses benefícios são da República Federativa do Brasil. Das brasileiras e dos brasileiros.
A administração do nosso tesouro, do nosso dinheiro é concedida pelo nosso voto. Daí percebe-se então, que o que vemos hoje na saúde, na educação, no meio ambiente, na criminalidade é por consentimento nosso. Votamos e mantemos, por exemplo, pessoas que não mudam as leis criminais nesse país. Que não estão nem aí e quando são pegos... PQP para todos nós. E isso é na Direita e na Esquerda. Já leram sobre as propostas para o nosso Código Florestal? Sabem quem é o relator: um deputado do PC do B. Leiam e analisem por gentileza.
É fato também que não temos como controlar esse pessoal em Brasília. Mas o problema não é lá, e sim na hora de votar. Nós acertamos na base. Veja o exemplo do Ficha Limpa. Até a Justiça aceitou que valesse a partir das eleições 2010. Mesmo com algumas falhas nessa Lei, podemos ver o quanto essas pessoas do Planalto são sensíveis aos nossos apelos. O poder de alguém só existe porque delegamos. E o povo é quem define isso. Exemplos: Caras pintadas foram às ruas e... Fora Collor. Sarney saiu do Maranhão para ser Senador no Amapá. Por que?
Bem, as eleições se aproximam e que você exerça seu direito de pensar por si mesmo e ter opinião própria. Há três formas de votar: Branco, Nulo ou numa Candidatura. Os três são reais. Escolha consciente. E se é para votar em candidaturas ruins, melhor votar em branco ou nulo, já que tudo é a mesma coisa. Não é? Mas se for votar, veja o histórico pessoal e se vale o seu voto. Eu voto em Marina Silva pela sua história, experiência, pela ética, por defender uma unidade na diversidade de pensamentos, e por representar o Brasil consciente que eu quero.
As candidaturas do PT e PSDB são um tipo de botox político. Ou quem sabe Cinderelas que desencantam a meia-noite. São santas e o que falam delas são calúnias meu bem. De um lado a petista reforça um “passado maravilhoso” do qual se acha herdeira legitima. Do outro, o tucano tenta excluir a imagem de FHC para ter luz própria. Creio até que se essa eleição fosse um festival de cinema, teríamos dos únicos concorrentes: Dilma, a continuadora do país das maravilhas; e Serra. O retorno dos tucanos. Nos dois casos, eu votaria em branco ou nulo.
A candidatura polarizada é o mesmo que sair do fogo e se jogar noutra fogueira. É perigosa, acaba com a democracia, pois mata o debate e impõe uma ordem ao eleitorado: Eu sou santa(o) é ela(e) o demônio. Isso pode ser observado nos discursos: querem acabar comigo; querem tirar os direitos de vocês. Mas EU estou aqui para defendê-los, vocês pobres coitados, vítimas de 500 anos de exploração... Que dizer... 510 anos de exploração física, econômica, religiosa e ideológica direitista e esquerdista.
Então, como resolver essa pendenga? Será que Jesus tirou férias prolongadas, foi à Disney comer bigmacs com coca-cola, e deixou para escolhermos Dilma ou Serra como seu representante no Planalto, nos próximos 4 anos? Ou será que agora, mais do que nunca é hora de parar com o complexo de lombriga e assumirmos nossos postos de comandantes do Brasil? Quem colocou Collor, Sarney, Renan, Jader, Palocci, Zé Dirceu, Genoíno, FHC, Lula, ACM... no poder? Quem permite que a corrupção tome conta dessa terra? Eu e vocês com o nosso voto.
Uau! Pensamos! Temos consciência! Esse papo de país de pessoas sem memória é furado. Vejamos então: Quem descobriu o Brasil? Quem canta o rebolation? Quem diz “Ô louco”? Qual a orientação sexual de Ricky Martin? E quem fala “Isso é uma vergonha”? Quem foram Chico Mendes, Chico Xavier e Zilda Arns? Uau! Vocês sabem, tem memória. De novo: qual dos sete anões de Branca de Neve foi técnico da seleção brasileira de futebol? Poxa, é claro que foi o Zangado. Chamam-no de Dunga, mas com aquele mau humor, só poderia ser o Zangado.
E agora, Dunga ou Zangado? Na dúvida, melhor pesquisar. Alguns sites dizem que o ítalo-alemão Carlos Caetano Bledorn Verri, capitão e campeão da Copa de 1994; que conquistou as Copas América de 2007 e das Confederações de 2009; técnico da seleção canarinho na copa de 2010 foi chamado de Dunga por seu tio Cláudio, que acreditava que ele ficaria baixinho. Porém, ao analisar os dois Dungas e considerando também suas posturas e personalidades, conclui-se que o nosso além de não ser um anão, está mais para Zangado.
Captou que há mais coisas no Dunga do que falou tio Cláudio? Agora vamos transportar isso para a política nacional. É importante que pesquisemos sobre as candidatas e candidatos em que pretendemos votar. Esse papo de partido, de apadrinhamento eleitoral de candidaturas só tem uma finalidade: acabar com o debate e impor algo que não foi discutido. Vocês conhecem exemplos locais de pessoas que eram “as candidatas” de fulanos e beltranos. Depois que ganharam... os resultados. E não é porque tio Lula falou, que tá falado e pronto.
Durante 510 anos de Brasil, todos os governantes deram suas contribuições à pátria. Da colônia à República, todos contribuíram de forma negativa e positiva. E o Brasil não está restrito apenas aos 16 anos do PT e do PSDB no poder. Observem o quanto encarnamos esse pastoril político. Ou você é do cordão azul ou do encarnado. Na realidade, é melhor ser do Brasil. É melhor sair desse joguinho maldito de comprar as brigas dos outros para trilhar com os próprios pés. Pensar por si, pesquisar e analisar para poder opinar.
Por falta de opção, eu havia definido que criaria um blog NESSA ELEIÇÃO VOTE EM PAZ. VOTE EM BRANCO. Motivo? O PT (sigla que votei nas duas últimas eleições) teve a capacidade de acabar com a ilusão dos amigos e inimigos do povo. Esse é seu maior legado ao governar o país. O timoneiro da ética, da moralidade, da justiça, da igualdade, da fraternidade, das forças progressistas revelou-se tão daninho e cheio de corrupção quanto os inimigos. Vários foram os escândalos envolvendo membros da Esquerda. E temos que assistir calados e ponto final?
Quando foi para ganhar nossos votos, a ética, a moralidade, a justiça e transparência eram as marcas desse povo. Mas agora eu tenho que esquecer tudo isso, negar meus valores para manter Dilma, Sarney, Collor, Renan, Paulinho da Força Sindical, Palocci, Zé Dirceu, Genoíno e Cia. no poder? Ou votar em Serra por vingança? Isso é coronelismo moderno. Os benéficos e ganhos realizados por cada gestão são uma obrigação de quem ocupa o cargo. O dinheiro é nosso e é ele que mantém o Bolsa Família, o Prouni, o PAC, a saúde, a educação.
É obrigação dos que ocupam os cargos de governantes melhorar a vida da população. E devemos ter em mente uma coisa: nós é que definimos tudo com o nosso voto. Fomos nós que colocamos todo tipo de políticos no poder. E se tiver corruptos nesse meio, é porque temos mentalidade corrupta. Será que precisamos mesmo de uma lei para não votar mais em políticos que conhecemos e que tem posturas e ações cavernosas? Vamos sempre ser ovelhinhas convenientes e deixar que os outros façam por nós viciosamente podermos nos indignar?
Para quem tem mais de 35 anos se lembra como eram as eleições passadas. Havia os candidatos dos coronéis A, B e C., e só havia dois partidos: MDB e Arena. Um representava o mal e o outro o bem, conforme a ciranda. E é isso hoje que se percebe. Não há discussão. Há imposição. Minha candidata é essa e acabou-se. Imaginem se Lula morresse hoje, o país acabaria? Claro que quem iria lamentar mais seriam os ditadores do Irã, de Cuba e da Venezuela. E se Mao Tsé Tung, Lenin e Stalin vivos estivessem, chorariam rios de lágrimas.
Esses camaradas vermelhos tomaram o poder em seus países, jurando que tudo seria melhor e que todos seriam tratados iguais. Mas o tempo mostrou tirania e opressão. Hoje, em pleno Século XXI o que vemos em Cuba e na China? Quem opinar é banido, é perseguido, é preso e até morto. O camarada Mao Tsé Tung, por exemplo, matou em sua tirania cerca de 77 milhões de chineses de variadas formas. Matou de fome; matou os desafetos políticos, além de intelectuais e estudantes. Bastava cismar... Esse é o Maoísmo.
Na minha adolescência era fã de Fidel Castro. Ele representava uma voz contra a tirania ianque. E por aceitar isso como uma verdade, eu deixei de ver o que ocorria com os povos da União Soviética, de Cuba e da Albânia. Os governos de Esquerda, e de guerrilhas armadas também fizeram suas carnificinas para se manterem no poder. Como falei, é bom pesquisar mais para ter um melhor esclarecimento. Para saber com quem anda cada candidatura. Lembra do texto bíblico: diga-me com que você anda que eu perceberei quem você é?
Eu não quero a perpetuação desse teatro de vampiros do PT. E nem possibilitar o retorno tucano. Quem está com Dilma hoje é o povo que o PT no passado condenava como forças do retrocesso. Fora isso tem os escândalos envolvendo a burguesia vermelha. E também quem é essa candidata que dia e noite se traveste para parecer ser sorridente e amigável? Sua origem é burguesa, foi membro da VAR-Palmares: Vanguarda Armada Revolucionária Palmares; trabalhou em governos petistas e não é a candidata natural do partido. Foi imposta.
Enquanto Lula veio debaixo e do sindicalismo. Ela veio de cima, ocupou cargos políticos, foi foco de escândalos recentes, e na Ditadura participou de um grupo armado que planejou seqüestros e assaltos; como foi o caso do assalto à casa do ex-governador de São Paulo, Adhemar de Barros; o que rendeu à guerrilha maoísta alguns milhões de dólares. Da mesma forma, Fidel Castro, Chaves, o presidente do Irã e os soviéticos lutaram contra as burguesias, as ditaduras e o imperialismo americano. Se o passado de Serra com FHC pode ser mostrado, por que o de Dilma não?
O engraçado é que xingamos os norte-americanos, tiramos onda com o modelo de votação deles, mas deixamos de lado algo bom que eles fazem, e os europeus também: BANIR DA POLÍTICA PESSOAS CORRUPTAS E/OU ENVOLVIDAS EM ESCÂNDALOS. Aprendemos a aumentar (como os norte-americanos), as nossas taxas de açúcar e gordura em nossas correntes sanguíneas. Mas descartamos uma ação deles, tão importante e que certamente já teríamos mudado e moralizado esse país. Ou pelos menos já estaríamos a caminho.
Tudo bem, eu sei que vocês são brasileiras e brasileiros com muito orgulho; que não desistem nunca. Sei também que vocês param o país por causa da copa do mundo, se organizam em grupos e torcidas e avaliam cada lance dos jogadores. E no carnaval! Vocês se entregam à folia por pelo menos três dias de 24 horas. Ufa! É muito tempo para a alegria. Isso é bom demais. Mas, e para a responsabilidade de votar e definir o destino do nosso Brasil? Você tem disponibilizado algum tempo? Tem buscado mais informações, mais detalhes?
Eu faço assim: Lula e FHC falaram... tá... vou pesquisar e ver outras fontes. Vou analisar o histórico de cada um. Quando posso, vejo ou escuto as entrevistas, sempre busco nos sites da Band, da Globo, da Record, da TV Brasil se tem alguma agenda com as candidaturas. E mais do que isso. Quando estou escutando e olhando para as fuças deles, viro São Tomé, e me desconecto dos apadrinhamentos políticos, tipo, esse é o nosso candidato e ponto final. Até porque, quem anda pela cabeça dos outros, é piolho.
Falando nisso me lembrei de que boa parte do povo, se pudesse não iria votar. Por qual motivo hein? Será que é por consciência? Certamente! Podemos ser acomodados, passivos e acostumados com coisas ruins e aceitar tudo. Mas uma coisa é certa: não somos burros. E nossa criatividade prova isso. Então, se vamos votar é bom que tenhamos CONSCIÊNCIA para isso. E que seja respaldada em pesquisas e análises do que é bom ou ruim para nós e para o nosso país; e de entender o que é obrigação e do que é inovação.
Observem a LRF - Lei de Responsabilidade Fiscal, o Ficha Limpa e o Bolsa Família. São leis federais e foram votadas no Congresso e no Senado. Elas são nossas e não dependem dos caprichos de “A” querer acabar e de “B“ querer manter. A LRF acabou com muita roubalheira e foi do tempo de FHC. O programa Bolsa Família é uma evolução de benefícios de governos anteriores, ocorrida no tempo de Lula. E o Ficha Suja é uma ação popular do nosso tempo. Esses benefícios são da República Federativa do Brasil. Das brasileiras e dos brasileiros.
A administração do nosso tesouro, do nosso dinheiro é concedida pelo nosso voto. Daí percebe-se então, que o que vemos hoje na saúde, na educação, no meio ambiente, na criminalidade é por consentimento nosso. Votamos e mantemos, por exemplo, pessoas que não mudam as leis criminais nesse país. Que não estão nem aí e quando são pegos... PQP para todos nós. E isso é na Direita e na Esquerda. Já leram sobre as propostas para o nosso Código Florestal? Sabem quem é o relator: um deputado do PC do B. Leiam e analisem por gentileza.
É fato também que não temos como controlar esse pessoal em Brasília. Mas o problema não é lá, e sim na hora de votar. Nós acertamos na base. Veja o exemplo do Ficha Limpa. Até a Justiça aceitou que valesse a partir das eleições 2010. Mesmo com algumas falhas nessa Lei, podemos ver o quanto essas pessoas do Planalto são sensíveis aos nossos apelos. O poder de alguém só existe porque delegamos. E o povo é quem define isso. Exemplos: Caras pintadas foram às ruas e... Fora Collor. Sarney saiu do Maranhão para ser Senador no Amapá. Por que?
Bem, as eleições se aproximam e que você exerça seu direito de pensar por si mesmo e ter opinião própria. Há três formas de votar: Branco, Nulo ou numa Candidatura. Os três são reais. Escolha consciente. E se é para votar em candidaturas ruins, melhor votar em branco ou nulo, já que tudo é a mesma coisa. Não é? Mas se for votar, veja o histórico pessoal e se vale o seu voto. Eu voto em Marina Silva pela sua história, experiência, pela ética, por defender uma unidade na diversidade de pensamentos, e por representar o Brasil consciente que eu quero.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
MINHA PRESIDENTE SERINGUEIRA
Marina Silva é um dos pilares da mudança de consciência planetária, que está irreversivelmente a caminho. Mas, as reais forças do retrocesso tentam colocar nas nossas cabeças que ela é candidata de uma nota só. Entretanto, nos debates, aquela brasileira, negra, acreana, nordestina por herança, doméstica, mãe, seringueira, universitária, professora, ativista, ministra, senadora, ambientalista e personalidade mundial, respeitada e aplaudida mundialmente, é uma maestrina. Quem ler sobre sua vida e suas lutas saberá que é uma brasileira que deu certo, que ultrapassou os seus limites físicos e as dificuldades impostas com determinação, com fé, com ética e coerência. Marina é um exemplo.
Marina tem luz própria. Eis o diferencial. Os outros candidatos são luas que dependem de receber ou não luzes externas para poder existir. São candidaturas que acumulam e querem manter no poder: efluentes políticos que não merecem nosso voto, e que fazem da política, profissão. Fora isso, esse papo de “a candidata” ou “o candidato” de fulano e beltrano é perigoso. Já temos exemplos nas nossas cidades. Geralmente são bonecos usados para garantir a volta futura de alguém ou para manter grupos no poder. Eis o Neocoronelismo, inclusive vermelho.
O futuro governo de Marina Silva é uma oportunidade para melhorarmos o destino de nossa nação, construir outra imagem e efetivar o Ecodesenvolvimento. Assim, nosso país será um exemplo para o mundo. Um exemplo sério. E chega desse papo de “SER APENAS” o país do descaso, da corrupção, do futebol, do carnaval, do pantanal, das bundas cariocas e das crianças nordestinas e nortistas consumidas no mercado sexual, e tão apreciadas internacionalmente. É hora de trilharmos outros caminhos; de sermos brasileiras e brasileiros. É hora de levantar e AGIR pelo berço esplêndido.
E essa ação começa com o VOTO e se perpetua com o CONTROLE SOCIAL. Mas é necessário para isso que pesquisemos por conta própria para entendermos as coisas; que partilhemos nossas visões com as pessoas, buscando suas opiniões; que utilizemos sempre várias fontes de informação para podermos ter a nossa opinião própria e decidir com responsabilidade o que fazer. A partir daí, o mundo já não será mais o mesmo; pois foi você quem decidiu. Lembra das decisões que teve que tomar na vida, diante de situações insustentáveis? Pois é. Você mudou o seu mundo... e seu VOTO mudará o Brasil.
Bem, a minha candidata é Marina Silva, brasileira e cidadã do mundo. Um exemplo encantador. É uma pessoa capacitada, experiente, ética, serena, enérgica e que não precisa de botox político. Ela defende e respeita opiniões e convicções sem demonizar ninguém; foca e busca na diversidade dos pensamentos uma unidade para reconstruirmos o Brasil que queremos. Uma brasileira que lutou e por mérito, alcançou vitórias para si e para o nosso belo país, e por tabela, para o mundo. Pesquisem sua história. Observem os debates e entrevistas. Essa é minha Presidente Seringueira. É Marina Silva. É Brasil.
Marina tem luz própria. Eis o diferencial. Os outros candidatos são luas que dependem de receber ou não luzes externas para poder existir. São candidaturas que acumulam e querem manter no poder: efluentes políticos que não merecem nosso voto, e que fazem da política, profissão. Fora isso, esse papo de “a candidata” ou “o candidato” de fulano e beltrano é perigoso. Já temos exemplos nas nossas cidades. Geralmente são bonecos usados para garantir a volta futura de alguém ou para manter grupos no poder. Eis o Neocoronelismo, inclusive vermelho.
O futuro governo de Marina Silva é uma oportunidade para melhorarmos o destino de nossa nação, construir outra imagem e efetivar o Ecodesenvolvimento. Assim, nosso país será um exemplo para o mundo. Um exemplo sério. E chega desse papo de “SER APENAS” o país do descaso, da corrupção, do futebol, do carnaval, do pantanal, das bundas cariocas e das crianças nordestinas e nortistas consumidas no mercado sexual, e tão apreciadas internacionalmente. É hora de trilharmos outros caminhos; de sermos brasileiras e brasileiros. É hora de levantar e AGIR pelo berço esplêndido.
E essa ação começa com o VOTO e se perpetua com o CONTROLE SOCIAL. Mas é necessário para isso que pesquisemos por conta própria para entendermos as coisas; que partilhemos nossas visões com as pessoas, buscando suas opiniões; que utilizemos sempre várias fontes de informação para podermos ter a nossa opinião própria e decidir com responsabilidade o que fazer. A partir daí, o mundo já não será mais o mesmo; pois foi você quem decidiu. Lembra das decisões que teve que tomar na vida, diante de situações insustentáveis? Pois é. Você mudou o seu mundo... e seu VOTO mudará o Brasil.
Bem, a minha candidata é Marina Silva, brasileira e cidadã do mundo. Um exemplo encantador. É uma pessoa capacitada, experiente, ética, serena, enérgica e que não precisa de botox político. Ela defende e respeita opiniões e convicções sem demonizar ninguém; foca e busca na diversidade dos pensamentos uma unidade para reconstruirmos o Brasil que queremos. Uma brasileira que lutou e por mérito, alcançou vitórias para si e para o nosso belo país, e por tabela, para o mundo. Pesquisem sua história. Observem os debates e entrevistas. Essa é minha Presidente Seringueira. É Marina Silva. É Brasil.
terça-feira, 20 de julho de 2010
OS IMPUGNADOS DE PERNAMBUCO - INCLUSIVE SEVERINO DE SOUZA
Do site http://www.prepe.mpf.gov.br/noticias2010/2010_014_jul_13.shtml
13/7/2010
IMPUGNAÇÕES
Procuradoria Regional Eleitoral de Pernambuco contesta 33 candidaturas e 2 coligações
As impugnações terão de ser analisadas pelo TRE-PE até 5 de agosto e eventuais recursos poderão ser encaminhados ao TSE e STF
Trinta e três candidaturas e duas coligações tiveram seus registros refutados pela Procuradoria Regional Eleitoral de Pernambuco (PRE-PE), órgão do Ministério Público Federal que atua perante o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). O número representa aproximadamente 5% dos 685 registros protocolados junto ao Tribunal.
O número é superior ao das Eleições de 2006, quando 9 políticos tiveram suas candidaturas questionadas pela PRE-PE na Justiça Eleitoral.
Entre as impugnações feitas pela Procuradoria neste ano está a das coligações “Frente Popular de Pernambuco para Deputado Federal e Estadual” e “Pernambuco para Todos”, por conta do não cumprimento do percentual reservado a mulheres.
A lista inclui também 3 candidatos afetados pela Lei da Ficha Limpa. São eles Carlos José de Santana, Charles Lucena e Malba Lucena, além de gestores públicos que tiveram suas contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco e pelo Tribunal de Contas da União. Para isso, o órgão realizou o cruzamento da lista de candidatos registrados no TRE-PE com as listagens de gestores públicos com contas irregulares.
Caberá à Justiça Eleitoral julgar os pedidos e decidir pela anulação ou não dos registros. Ainda que não tenham sido questionados, outros políticos ainda poderão entrar na mira da Justiça Eleitoral, nos casos em que o candidato for inelegível ou não atender a qualquer das condições de elegibilidade.
O TRE-PE tem até o dia 5 de agosto para julgar as impugnações. Eventuais recursos ainda poderão ser encaminhados ao Tribunal Superior Eleitoral e ao Supremo Tribunal Federal.
Confira abaixo a lista completa dos registros contestados pela PRE-PE.
1 - Andre Luiz Rangel de Farias
2 - Antônio Valdi de França Sales
3 - Ayres de Sá Carvalho Filho
4 - Carlos José de Santana
5 - Carlos Vicente de Arruda Silva
6 - Cecilio Barbosa Cintra Galvao
7 - Charles Lucena
8 - Edmar de Oliveira e Silva
9 - Esmeraldo José dos Santos
10 - Everaldo Cabral de Oliveira
11 - Fernando Antônio do Nascimento
12 - Fernando Antônio Rodovalho
13 - Idivam Bezerra da Silva
14 - Jairo Pereira de Oliveira
15 - João Mendonça Bezerra Jatobá
16 - Joaquim Neto de Andrade Silva
17 - José Augusto Maia
18 - José Batista do Nascimento Neto
19 - José Francisco Filho
20 - José Humberto Lacerda Barradas
21 - José Luiz de Lima Sampaio
22 - Malba Lucena
23 - Manoel Teixeira de Lima
24 - Marcílio Domingues da Silva
25 - Maria Jacilda Godoi Urquisa
26 - Nelson Pereira de Carvalho
27 - Newton D´Emery Carneiro
28 - Paulo Apolinário da Silva Junior
29 - Rildo Braz da Silva
30 - Roberto Abraham Abrahamiam Asfora
31 - Ruy Wanderley Gonçalves de Sá
32 - Severino de Souza Silva
33 - Wolney Queiroz Maciel
34 - Coligações “Frente Popular de Pernambuco para Deputado Federal e Estadual” e “Pernambuco para Todos”
Assessoria de Comunicação Social
Procuradoria Regional Eleitoral de Pernambuco
Procuradoria Regional da República da 5ª Região
Telefone: (81) 2121.9869
E-mail: ascom@prr5.mpf.gov.br
13/7/2010
IMPUGNAÇÕES
Procuradoria Regional Eleitoral de Pernambuco contesta 33 candidaturas e 2 coligações
As impugnações terão de ser analisadas pelo TRE-PE até 5 de agosto e eventuais recursos poderão ser encaminhados ao TSE e STF
Trinta e três candidaturas e duas coligações tiveram seus registros refutados pela Procuradoria Regional Eleitoral de Pernambuco (PRE-PE), órgão do Ministério Público Federal que atua perante o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). O número representa aproximadamente 5% dos 685 registros protocolados junto ao Tribunal.
O número é superior ao das Eleições de 2006, quando 9 políticos tiveram suas candidaturas questionadas pela PRE-PE na Justiça Eleitoral.
Entre as impugnações feitas pela Procuradoria neste ano está a das coligações “Frente Popular de Pernambuco para Deputado Federal e Estadual” e “Pernambuco para Todos”, por conta do não cumprimento do percentual reservado a mulheres.
A lista inclui também 3 candidatos afetados pela Lei da Ficha Limpa. São eles Carlos José de Santana, Charles Lucena e Malba Lucena, além de gestores públicos que tiveram suas contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco e pelo Tribunal de Contas da União. Para isso, o órgão realizou o cruzamento da lista de candidatos registrados no TRE-PE com as listagens de gestores públicos com contas irregulares.
Caberá à Justiça Eleitoral julgar os pedidos e decidir pela anulação ou não dos registros. Ainda que não tenham sido questionados, outros políticos ainda poderão entrar na mira da Justiça Eleitoral, nos casos em que o candidato for inelegível ou não atender a qualquer das condições de elegibilidade.
O TRE-PE tem até o dia 5 de agosto para julgar as impugnações. Eventuais recursos ainda poderão ser encaminhados ao Tribunal Superior Eleitoral e ao Supremo Tribunal Federal.
Confira abaixo a lista completa dos registros contestados pela PRE-PE.
1 - Andre Luiz Rangel de Farias
2 - Antônio Valdi de França Sales
3 - Ayres de Sá Carvalho Filho
4 - Carlos José de Santana
5 - Carlos Vicente de Arruda Silva
6 - Cecilio Barbosa Cintra Galvao
7 - Charles Lucena
8 - Edmar de Oliveira e Silva
9 - Esmeraldo José dos Santos
10 - Everaldo Cabral de Oliveira
11 - Fernando Antônio do Nascimento
12 - Fernando Antônio Rodovalho
13 - Idivam Bezerra da Silva
14 - Jairo Pereira de Oliveira
15 - João Mendonça Bezerra Jatobá
16 - Joaquim Neto de Andrade Silva
17 - José Augusto Maia
18 - José Batista do Nascimento Neto
19 - José Francisco Filho
20 - José Humberto Lacerda Barradas
21 - José Luiz de Lima Sampaio
22 - Malba Lucena
23 - Manoel Teixeira de Lima
24 - Marcílio Domingues da Silva
25 - Maria Jacilda Godoi Urquisa
26 - Nelson Pereira de Carvalho
27 - Newton D´Emery Carneiro
28 - Paulo Apolinário da Silva Junior
29 - Rildo Braz da Silva
30 - Roberto Abraham Abrahamiam Asfora
31 - Ruy Wanderley Gonçalves de Sá
32 - Severino de Souza Silva
33 - Wolney Queiroz Maciel
34 - Coligações “Frente Popular de Pernambuco para Deputado Federal e Estadual” e “Pernambuco para Todos”
Assessoria de Comunicação Social
Procuradoria Regional Eleitoral de Pernambuco
Procuradoria Regional da República da 5ª Região
Telefone: (81) 2121.9869
E-mail: ascom@prr5.mpf.gov.br
segunda-feira, 12 de julho de 2010
BREGA OU CHIQUE?
Quem passa pela Av. Conde da Boa Vista, no centro do Recife, vê o pomposo prédio de certa loja, que tem vários departamentos, é climatizada, tem seguranças e circuito interno de TV. Ou seja, imaginamos que seja uma loja organizada, até porque ela não é barateira. Entretanto, numa visita que fiz a um prédio próximo, no dia 01/07/2010, fui a uma janela contemplar do alto, a capital que tanto amo e ver seus prédios novos e antigos, as copas das árvores do parque 13 de maio, o mar, o azul... Então me deparei com algo inusitado. Como cliente da referida loja me perguntei o que era aquilo. Vi uma imagem comum em comunidades pobres, que não dispõem de recursos e se viram como pode. Bem, a imagem por si só falará. E diante dela é que pergunto, a loja é brega ou chique? Espero não ter que ver novamente essa cena.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
COPA ELEITORAL 2010 - VOCÊ DECIDE O JOGO.
Por Hiperconector X
Chegou 2010. Eis a copa de futebol na África do Sul. Comerciais penetram nossas mentes com imagens e palavras que nos fazem vibrar por nossa seleção, tendo a frente o Luxemburgo, na busca do tricampeonato mundial. Os horários de bancos e repetições públicas serão alterados para garantir à população “o seu direito” de torcer por seus heróis, de gritar, de unir-se, de analisar os detalhes de cada jogada; e também, de beber e comer e consumir muito mais.
Viveremos dias de êxtase, vendo os passes de Ganso, Bebeto, Romário e tendo Ronaldinho na barra defendendo-nos dos chutes inimigos. Serão dias de glória, em que a nação brasileira será uma só; e todos nós: civis, religiosos, juízes, políticos e corruptos seremos um só povo, um só time, o “Verde e amarelo” referendando nossa tradição de terra do futebol. Restauraremos nossa paixão, nosso desejo de que nossos meninos tragam a taça para bebermos nela a nossa vitória suprema.
Contudo, nesse mesmo ano teremos as eleições... para quê mesmo? Vocês se lembram? Tentem! Eu aguardo um pouco... Possivelmente, a maioria não sabe nem a data e nem os cargos eletivos que serão disputados. Entretanto, sabem as datas dos jogos da copa e já se programam com a família e os amigos. Sabem também que as informações que apresentei: Romário, Bebeto, Luxemburgo e Tricampeonato são referências passadas. Viva! Vocês pensam e tem memória.
Isso quebra um dos velhos elementos do PACO - Pacote de Alienação Coletiva, de que brasileiro não pensa e nem tem memória. O PACO é uma sigla que eu criei (já que nesse país se criam tantas), e é como um PAC no sentido der ser um pacote de obras, mas, nesse caso, imateriais, recheados de alienações, de frases comportamentais que coletivamente nos conduzem à omissão, à conivência e à conveniência e a ficarmos deitados em berço esplêndido.
Certamente vocês conhecem alguns exemplos do PACO: Brasileiro não tem memória. São 500 anos de dominação. É assim mesmo. Político é tudo igual. Camarada. Companheiro. È final dos tempos. Lutamos por um país mais justo, fraterno e igualitário. Forças do retrocesso. Eles são os bandidos e nós os mocinhos. A luta continua. Pobre nasceu apenas pra levar fumo. De uma infância humilde, fulano blá blá blá. Mulher nasceu para casa, cama e cozinha e Amélia que era mulher...
Mas voltando a uma das paixões nacionais. Viu! Você pensa; acompanha todos os detalhes e momentos importantes das partidas. Sabe quando o juiz acertou ou não viu o “lance”; quando o jogador foi sacana e desleal; quando o cara é um Craque ou um Crack. Você tem opinião própria, tem capacidade para discutir com seus amigos sendo do mesmo time ou não. E não precisa de comentarista A, B ou Z para lhe impor uma análise ou verdade. Você pensa e raciocina. Você sabe.
Você lembra-se das façanhas de Pelé? De quando os baianos vaiaram a seleção e os pernambucanos a apoiaram? E o que Romário fez em Recife, no retorno vitorioso? E Zagallo, Felipão, Luxemburgo e a taça roubada? Viu, você tem memória. E agora com a internet, pode pesquisar a vontade. Colher mais detalhes, questionar e identificar mentiras e distorções. Você acompanha a história e os fatos do futebol nacional. Você acompanha os fatos.
E antes de continuar esse texto, gostaria que você calculasse quanto tempo dedicará às partidas da primeira fase. Isso, considerando os “70” minutos normais dos jogos, com possibilidades de acréscimos, mais as horas anteriores e posteriores a eles. Calculou? Então, acrescente as horas das outras fases, caso nosso Brasil (e esperamos que isso venha acontecer) chegue à grande final e nos dê o tri “bicampeonato”.
O engraçado é que não sou chegando a futebol, mas em copa do mundo, sou tão torcedor quanto você. Motivo? É meu, aliás, é o nosso Brasil representando a nossa criatividade focada na conquista de mais uma taça. É nosso orgulho enquanto torcedores. Entretanto, numa final de vôlei Brasil X Cuba (sou fã das cubanas) me sinto feliz por qualquer resultado. Mas, se for Argentina... não tem acordo, e no que depender de mim Dom Dieguito não vai posar nu na Globo Rural.
Todavia, essa nação verde-amarela e tida como uma terra do pão e circo; que é que nem lombriga... que se sair da merda, morre. Que só liga para carnaval e futebol. Eu cresci escutando e aceitando isso... Isso até o dia em que despertei e percebi que eu também era tido como uma lombriga. E que lombriga... 1,80m e 125kg, digna de habitar as entranhas de Godzilla ou um daqueles grandes herbívoros que habitam na Pré-História, deixando suas vias entupidas.
Entupidas. É assim que nossas mentes estão com relação à política nacional e as questões nacionais. E por vermos impunidade e corrupção tão explicitas e constantes, afastamo-nos de um momento crucial para as nossas vidas e aceitamos o PACO, quando diz: É assim mesmo. Tudo é igual. Daqui a pouco tá solto. Manda quem pode e obedece quem tem juízo. Em terra de cego, quem tem olho é rei. E ainda tem o absurdo de dizer: se eu estivesse lá, faria o mesmo.
Mas na realidade, isso tudo acontece por obra nossa. Nosso voto os colocou lá. E foi naquele momento em que voltamos ao cativeiro ao trocarmos nossas fomes de corpo e de alma e as nossas dívidas por um voto, que demos carta branca para eles. E se pintam e bordam, é por nossa permissão. Não são as leis que os mantem no poder. É nosso voto. O que seria de Hitler, Mao Tsé Tung e Stálin - ditadores assassinos de primeira linha – se não tivessem o apoio das massas?
Nós não precisamos dos deputados e senadores alterando o texto do projeto Ficha Limpa ou parecer de Supremo Tribunal sobre a aplicação da lei, para não votar nos fichas sujas. Temos a listagem, já sabemos quem não merece o nosso voto. É tão fácil entender esse passe no jogo. Mas é mais fácil ainda ficarmos em berço esplêndido, deitados. Será mesmo? Garanto que se olharmos para os lados, despertaremos e tomaremos uma atitude: sair do reserva para sermos titulares.
Então, nas eleições de 2010 seja um torcedor do Brasil. Analise os passes, as jogadas, as faltas, os juízes, os bandeirinhas, as torcidas, as jogadoras e jogadores. Analise as propostas e o passado delas e deles. Questione e vá além das belas imagens e benefícios que lhe apresentam. Observe e pesquise sobre o passado de quem os apóia. Opine. Exercite a sua liberdade de votar em quem você considerar apto para assumir a nação brasileira por 4 anos.
Desconfie da polaridade, que é aquela imposição: ou você vota no meu candidato ou no dele. Desconfie do comentarista que diz: essa/esse “é a(o) minha/meu candidata(o)”. De repente não é a sua candidata ou o seu... Veja com quem esse povo anda. Lembre-se: dizes-me com quem andas... Depois da Direita, a Esquerda subiu ao poder, e hoje somos capazes de avaliar o jogo político dos dois lados, suas manobras e com quem estão agarrados com unhas e dentes para se manter.
Fique com um pé atrás com pessoas que respondem a um problema sério com um: relaxe e goze; ou diz não saber o porquê das coisas; ou ainda, que condenam algo e depois mudam de papo. Observe que quando focamos em algo, ele prospera. A corrupção é um exemplo. Mas ao olhamos para os lados, nós nos transformamos e mudamos de atitude e damos um basta. Começamos a ver mais e melhor. Assim é você no futebol. Assim é você, espero eu, na hora de votar.
Chegou 2010. Eis a copa de futebol na África do Sul. Comerciais penetram nossas mentes com imagens e palavras que nos fazem vibrar por nossa seleção, tendo a frente o Luxemburgo, na busca do tricampeonato mundial. Os horários de bancos e repetições públicas serão alterados para garantir à população “o seu direito” de torcer por seus heróis, de gritar, de unir-se, de analisar os detalhes de cada jogada; e também, de beber e comer e consumir muito mais.
Viveremos dias de êxtase, vendo os passes de Ganso, Bebeto, Romário e tendo Ronaldinho na barra defendendo-nos dos chutes inimigos. Serão dias de glória, em que a nação brasileira será uma só; e todos nós: civis, religiosos, juízes, políticos e corruptos seremos um só povo, um só time, o “Verde e amarelo” referendando nossa tradição de terra do futebol. Restauraremos nossa paixão, nosso desejo de que nossos meninos tragam a taça para bebermos nela a nossa vitória suprema.
Contudo, nesse mesmo ano teremos as eleições... para quê mesmo? Vocês se lembram? Tentem! Eu aguardo um pouco... Possivelmente, a maioria não sabe nem a data e nem os cargos eletivos que serão disputados. Entretanto, sabem as datas dos jogos da copa e já se programam com a família e os amigos. Sabem também que as informações que apresentei: Romário, Bebeto, Luxemburgo e Tricampeonato são referências passadas. Viva! Vocês pensam e tem memória.
Isso quebra um dos velhos elementos do PACO - Pacote de Alienação Coletiva, de que brasileiro não pensa e nem tem memória. O PACO é uma sigla que eu criei (já que nesse país se criam tantas), e é como um PAC no sentido der ser um pacote de obras, mas, nesse caso, imateriais, recheados de alienações, de frases comportamentais que coletivamente nos conduzem à omissão, à conivência e à conveniência e a ficarmos deitados em berço esplêndido.
Certamente vocês conhecem alguns exemplos do PACO: Brasileiro não tem memória. São 500 anos de dominação. É assim mesmo. Político é tudo igual. Camarada. Companheiro. È final dos tempos. Lutamos por um país mais justo, fraterno e igualitário. Forças do retrocesso. Eles são os bandidos e nós os mocinhos. A luta continua. Pobre nasceu apenas pra levar fumo. De uma infância humilde, fulano blá blá blá. Mulher nasceu para casa, cama e cozinha e Amélia que era mulher...
Mas voltando a uma das paixões nacionais. Viu! Você pensa; acompanha todos os detalhes e momentos importantes das partidas. Sabe quando o juiz acertou ou não viu o “lance”; quando o jogador foi sacana e desleal; quando o cara é um Craque ou um Crack. Você tem opinião própria, tem capacidade para discutir com seus amigos sendo do mesmo time ou não. E não precisa de comentarista A, B ou Z para lhe impor uma análise ou verdade. Você pensa e raciocina. Você sabe.
Você lembra-se das façanhas de Pelé? De quando os baianos vaiaram a seleção e os pernambucanos a apoiaram? E o que Romário fez em Recife, no retorno vitorioso? E Zagallo, Felipão, Luxemburgo e a taça roubada? Viu, você tem memória. E agora com a internet, pode pesquisar a vontade. Colher mais detalhes, questionar e identificar mentiras e distorções. Você acompanha a história e os fatos do futebol nacional. Você acompanha os fatos.
E antes de continuar esse texto, gostaria que você calculasse quanto tempo dedicará às partidas da primeira fase. Isso, considerando os “70” minutos normais dos jogos, com possibilidades de acréscimos, mais as horas anteriores e posteriores a eles. Calculou? Então, acrescente as horas das outras fases, caso nosso Brasil (e esperamos que isso venha acontecer) chegue à grande final e nos dê o tri “bicampeonato”.
O engraçado é que não sou chegando a futebol, mas em copa do mundo, sou tão torcedor quanto você. Motivo? É meu, aliás, é o nosso Brasil representando a nossa criatividade focada na conquista de mais uma taça. É nosso orgulho enquanto torcedores. Entretanto, numa final de vôlei Brasil X Cuba (sou fã das cubanas) me sinto feliz por qualquer resultado. Mas, se for Argentina... não tem acordo, e no que depender de mim Dom Dieguito não vai posar nu na Globo Rural.
Todavia, essa nação verde-amarela e tida como uma terra do pão e circo; que é que nem lombriga... que se sair da merda, morre. Que só liga para carnaval e futebol. Eu cresci escutando e aceitando isso... Isso até o dia em que despertei e percebi que eu também era tido como uma lombriga. E que lombriga... 1,80m e 125kg, digna de habitar as entranhas de Godzilla ou um daqueles grandes herbívoros que habitam na Pré-História, deixando suas vias entupidas.
Entupidas. É assim que nossas mentes estão com relação à política nacional e as questões nacionais. E por vermos impunidade e corrupção tão explicitas e constantes, afastamo-nos de um momento crucial para as nossas vidas e aceitamos o PACO, quando diz: É assim mesmo. Tudo é igual. Daqui a pouco tá solto. Manda quem pode e obedece quem tem juízo. Em terra de cego, quem tem olho é rei. E ainda tem o absurdo de dizer: se eu estivesse lá, faria o mesmo.
Mas na realidade, isso tudo acontece por obra nossa. Nosso voto os colocou lá. E foi naquele momento em que voltamos ao cativeiro ao trocarmos nossas fomes de corpo e de alma e as nossas dívidas por um voto, que demos carta branca para eles. E se pintam e bordam, é por nossa permissão. Não são as leis que os mantem no poder. É nosso voto. O que seria de Hitler, Mao Tsé Tung e Stálin - ditadores assassinos de primeira linha – se não tivessem o apoio das massas?
Nós não precisamos dos deputados e senadores alterando o texto do projeto Ficha Limpa ou parecer de Supremo Tribunal sobre a aplicação da lei, para não votar nos fichas sujas. Temos a listagem, já sabemos quem não merece o nosso voto. É tão fácil entender esse passe no jogo. Mas é mais fácil ainda ficarmos em berço esplêndido, deitados. Será mesmo? Garanto que se olharmos para os lados, despertaremos e tomaremos uma atitude: sair do reserva para sermos titulares.
Então, nas eleições de 2010 seja um torcedor do Brasil. Analise os passes, as jogadas, as faltas, os juízes, os bandeirinhas, as torcidas, as jogadoras e jogadores. Analise as propostas e o passado delas e deles. Questione e vá além das belas imagens e benefícios que lhe apresentam. Observe e pesquise sobre o passado de quem os apóia. Opine. Exercite a sua liberdade de votar em quem você considerar apto para assumir a nação brasileira por 4 anos.
Desconfie da polaridade, que é aquela imposição: ou você vota no meu candidato ou no dele. Desconfie do comentarista que diz: essa/esse “é a(o) minha/meu candidata(o)”. De repente não é a sua candidata ou o seu... Veja com quem esse povo anda. Lembre-se: dizes-me com quem andas... Depois da Direita, a Esquerda subiu ao poder, e hoje somos capazes de avaliar o jogo político dos dois lados, suas manobras e com quem estão agarrados com unhas e dentes para se manter.
Fique com um pé atrás com pessoas que respondem a um problema sério com um: relaxe e goze; ou diz não saber o porquê das coisas; ou ainda, que condenam algo e depois mudam de papo. Observe que quando focamos em algo, ele prospera. A corrupção é um exemplo. Mas ao olhamos para os lados, nós nos transformamos e mudamos de atitude e damos um basta. Começamos a ver mais e melhor. Assim é você no futebol. Assim é você, espero eu, na hora de votar.
sábado, 29 de maio de 2010
O ROUBO DE LADY VACA
por hiperconector X
Hoje (29/05/10) a Rua Maria das Dores (Cruz de Rebouças/Igaraçu/PE) foi palco de uma situação inusitada. Por volta das 6h30min, uma viatura da PM interceptou uma Kombi branca, numa aparente rotina. Descobriu-se então uma carga roubada. É nesse momento que surge a grande surpresa. A mercadoria amontoada no salão do carro e rodeada de uma lona plástica preta era: um bezerro e duas vacas. O motorista foi detido. E os animais foram retirados com muita dificuldade.
Infelizmente cheguei quase no final da história e captei pouca coisa, mas pude gravar o vídeo da última vaca que saiu na pose e olhando para os lados. Então a batizei de Lady Vaca, pela postura.
Segundo o blá blá blá, elas vieram de Araçoiaba (que fica a 32km de Igaraçu) e que tem uma das piores pistas do Estado, cheia de buracos, muita poeira e constantes assaltos. O DER está ajeitando aquela buraqueira.
A rua foi parcialmente interditada devido à situação. E espectadores é o que não faltou. Depois e muito esperar, conseguiu-se um trator para transportar os animais até a Cipoma. Só que por mais tentativa que fizessem, Lady Vaca se recusou a subir e jogou-se no chão, literalmente. A solução foi pôr-lhes cordas e amarrá-las na carroceria e ir devagar rumo à Cipoma. E seguiu-se então o cortejo: o trator, a Kombi, a PM e o mau cheiro.
Aff Maria. De manhã, a catinga foi reinante. Lady Vaca, grande e carnuda estava toda cagada. A vaca morena foi mais chique e o bezerrinho preto, coitado, descansava em cima da UM da PM. Mas que cena cômica. E que fedor.
Agora a gente fica imaginando a situação daqueles animais: roubados de madrugada; forçados a ficar num cubículo mal ventilado; envoltos numa lona preta para escondê-los; e ainda ter que aguentar por uma hora aqueles sopapos na vinda de Araçoiaba. Quanta violência. Fora isso, como é que os ocupantes da Kombi aguentaram aquela carniça? Por que fedia. Acho que, como disse meu amigo Alex (quando relatei o fato), eles cheiraram tanto e ficaram anestesiados. E outra questão é entender como eles colocaram aqueles animais daquele tamnho, num pequeno espaço. Há quem diga que derma uma meiota de 51 e papearam nos ouvidos. Aí elas acharam uma boa ideia e entraram.
De repente foi essa a tática de Lady Vaca. Jogada num carro de pobre e ainda tendo uma amiga e um bezerro em cima dela? Hum... Nada de educação! Arrotos e puns neles. Ou seja: muito metano, amônia e outros gases poluentes. Eita! Eles não contavam com essa astúcia.
Hoje (29/05/10) a Rua Maria das Dores (Cruz de Rebouças/Igaraçu/PE) foi palco de uma situação inusitada. Por volta das 6h30min, uma viatura da PM interceptou uma Kombi branca, numa aparente rotina. Descobriu-se então uma carga roubada. É nesse momento que surge a grande surpresa. A mercadoria amontoada no salão do carro e rodeada de uma lona plástica preta era: um bezerro e duas vacas. O motorista foi detido. E os animais foram retirados com muita dificuldade.
Infelizmente cheguei quase no final da história e captei pouca coisa, mas pude gravar o vídeo da última vaca que saiu na pose e olhando para os lados. Então a batizei de Lady Vaca, pela postura.
Segundo o blá blá blá, elas vieram de Araçoiaba (que fica a 32km de Igaraçu) e que tem uma das piores pistas do Estado, cheia de buracos, muita poeira e constantes assaltos. O DER está ajeitando aquela buraqueira.
A rua foi parcialmente interditada devido à situação. E espectadores é o que não faltou. Depois e muito esperar, conseguiu-se um trator para transportar os animais até a Cipoma. Só que por mais tentativa que fizessem, Lady Vaca se recusou a subir e jogou-se no chão, literalmente. A solução foi pôr-lhes cordas e amarrá-las na carroceria e ir devagar rumo à Cipoma. E seguiu-se então o cortejo: o trator, a Kombi, a PM e o mau cheiro.
Aff Maria. De manhã, a catinga foi reinante. Lady Vaca, grande e carnuda estava toda cagada. A vaca morena foi mais chique e o bezerrinho preto, coitado, descansava em cima da UM da PM. Mas que cena cômica. E que fedor.
Agora a gente fica imaginando a situação daqueles animais: roubados de madrugada; forçados a ficar num cubículo mal ventilado; envoltos numa lona preta para escondê-los; e ainda ter que aguentar por uma hora aqueles sopapos na vinda de Araçoiaba. Quanta violência. Fora isso, como é que os ocupantes da Kombi aguentaram aquela carniça? Por que fedia. Acho que, como disse meu amigo Alex (quando relatei o fato), eles cheiraram tanto e ficaram anestesiados. E outra questão é entender como eles colocaram aqueles animais daquele tamnho, num pequeno espaço. Há quem diga que derma uma meiota de 51 e papearam nos ouvidos. Aí elas acharam uma boa ideia e entraram.
De repente foi essa a tática de Lady Vaca. Jogada num carro de pobre e ainda tendo uma amiga e um bezerro em cima dela? Hum... Nada de educação! Arrotos e puns neles. Ou seja: muito metano, amônia e outros gases poluentes. Eita! Eles não contavam com essa astúcia.
Vejam abaixo alguns momentos inesquecíveis:

domingo, 4 de abril de 2010
O CAMARADA MAO É MAU
Deu no site da Uol em 04/04/2010, que o cantor Bob Dylan foi proibido de cantar na China. O motivo é a possibilidade do famoso cantor abrir o verbo e declarar apoio à liberdade do Tibet - uma nação invadida e escravizada pelos camaradas chineses maoistas - como fez a cantora da Islândia Bjork, em 2008. No ano passado, os ingleses do Oasis também foram impedidos de tocar por aquelas bandas.
É muito engraçado e patético quando escutamos os discursos inflamados dos camaravodkas brasileiros, com um palavreado bonito por uma sociedade mais justa, fraterna e igualitária, e de lutarmos contra as forças do retrocesso e blá, blá, blá. Mas todo dia chegam notícias sobre o cotidiano daqueles “paraísos socialistas” como Cuba e China, e constatamos que a liberdade que aqueles povos têm é apenas para balançar a cabeça e ovacionar os gângsteres dos comitês centrais.
Bem, como foma de mostrar minha indignação, mando de presente para os camaravodkas chineses maoístas, a música de Lula Queiroga:
ÚLTIMO MINUTO
Nunca mais eu quero ouvir falar hitler
E nem quero ouvir dizer pinochet
Sai pra lá sadan vade retro stalin, idi amin
Gente ruim
Deixa que eu chuto
Deixa o ultimo minuto
Da historia pra mim
Nunca mais eu digo o nome reagan
livrai- nos do mao tse tung
Me deixa em paz milosevic, ieltsin
Gente ruim
Deixa que eu chuto
Deixa o ultimo minuto
Da historia pra mim
Sonhei que no juizo final
Eu era deus
O deus numero um bilhao e tal
A imensa maioria da humanidade
Tava ali
Pra condenar um por um
Cada cara de pau
Que fez mal a moça
Mãe , chamada terra
Essa menina de cara roxa
Vítima brutal da covardia
Dessa gente ruim
Deixa que eu chuto
Deixa o ultimo minuto
Da historia pra mim
É muito engraçado e patético quando escutamos os discursos inflamados dos camaravodkas brasileiros, com um palavreado bonito por uma sociedade mais justa, fraterna e igualitária, e de lutarmos contra as forças do retrocesso e blá, blá, blá. Mas todo dia chegam notícias sobre o cotidiano daqueles “paraísos socialistas” como Cuba e China, e constatamos que a liberdade que aqueles povos têm é apenas para balançar a cabeça e ovacionar os gângsteres dos comitês centrais.
Bem, como foma de mostrar minha indignação, mando de presente para os camaravodkas chineses maoístas, a música de Lula Queiroga:
ÚLTIMO MINUTO
Nunca mais eu quero ouvir falar hitler
E nem quero ouvir dizer pinochet
Sai pra lá sadan vade retro stalin, idi amin
Gente ruim
Deixa que eu chuto
Deixa o ultimo minuto
Da historia pra mim
Nunca mais eu digo o nome reagan
livrai- nos do mao tse tung
Me deixa em paz milosevic, ieltsin
Gente ruim
Deixa que eu chuto
Deixa o ultimo minuto
Da historia pra mim
Sonhei que no juizo final
Eu era deus
O deus numero um bilhao e tal
A imensa maioria da humanidade
Tava ali
Pra condenar um por um
Cada cara de pau
Que fez mal a moça
Mãe , chamada terra
Essa menina de cara roxa
Vítima brutal da covardia
Dessa gente ruim
Deixa que eu chuto
Deixa o ultimo minuto
Da historia pra mim
REDAÇÃO SELECIONADA NO CONCURSO DE REDAÇÃO DA UNESCO/FOLHA DIRIGIDA DE 2007.
Tema da redação: Como vencer a pobreza e a desigualdade
Autoria: Edmario (Hedi)
A Unesco/Folha Dirigida promoveram o concurso de redação para universitários - 2007. Os 100 trabalhos selecionados integram um livro trilingue (português, inglês e francês). O lançamento oficial foi na Academia Brasileira de Letras - 10/12/2007, no Rio de Janeiro. E o lançamento internacional foi em maio de 2008, na sede da Unesco, em Paris - França. Os livros foram distribuídos para bibliotecas de 191 países.
Redações enviadas: 41.329
Selecioandas para compor a coletânea: 100 (sendo 10 de Pernambuco).
Quem quiser copiar o livro em pdf, acesse:
unesdoc.unesco.org/images/0015/001576/157625m.pdf
Capa do livro:

TEXTO EM PORTUGUÊS
Como vencer a pobreza e a desigualdade? É fácil responder isso. Os que sempre fizeram essa pergunta têm a resposta. Quem tem a resposta precisa apenas agir coletivamente. Mas, como esperar esse tipo de iniciativa por parte das estruturas políticas, econômicas e religiosas que vivem se digladiando em nome do poder, do dinheiro e da miséria? Como querer sombra num deserto ao meio-dia, que suga todas as águas e impossibilita o crescimento das árvores?
Melhor do que tentar vencê-las é compreendê-las para depois transcendê-las. A pobreza e a desigualdade são mazelas da nossa sociedade de consumo. São parâmetros da cultura do ter, que classificam e separam as pessoas pelo que elas possuem. E, na condição de parâmetros, são necessárias à manutenção atual dos sistemas estruturados na antiqüíssima exploração humana, que hoje se diferencia apenas pelo jogo de palavras e imagens.
Será que podemos negar o fato de que elas justificam e garantem o sucesso dos empreendimentos ideológico-financeiros de grupos minoritários do topo da pirâmide social? Eis as guerras, as copas mundiais de futebol e a competitividade, exemplos claros dessa lógica belicosa de mercado; desse tipo de desenvolvimento que concentra renda e favorece a uns poucos em detrimento de uma maioria, que vive na base dessa mesma pirâmide.
Mesmo assim, há os que, na base, defendem, reforçam e mantêm, por décadas, a vigência dessas chagas na coletividade. Isso é reflexo da ideologia do ter, da ilusão do possuir e do diferenciar-se do outro. Conseqüentemente, a pobreza e a desigualdade enraizaram-se no inconsciente coletivo e transformaram-se, ao longo do tempo, numa plataforma, num sistema operacional validado para as relações humanas e, principalmente, econômicas.
Mas, se de um lado elas garantem o progresso material de grupos minoritários, do outro, fomentam o progresso humano, que é gestado na polifonia social dos seres, com sua troca de experiências e impressões sobre o mundo e as coisas. É neste grande jardim de pensamentos e ações que a imposição cultural do espírito mercantil se dilui. E abre os caminhos para as alternativas de desenvolvimento sustentável e para o raiar dos valores mais nobres do ser.
Então, diria que, para vencê-las, devemos nortear nossas relações pelos valores humanos e não mais pelos econômicos. Esses últimos transformam o homem em algo descartável e agente poluidor, garantindo-lhe apenas a pobreza e a desigualdade; distorcendo, assim, sua condição natural de “ser”. E somente como ser humano é que podemos reconhecer-nos nos outros e viabilizar uma sociedade melhor, que contemple as pessoas do hoje e do amanhã.
Vencê-las não é criar novas guerras, novos estratos, novas formas sutis de exploração e comodismo. É sermos naturais e trabalharmos no vazio da mente, berço de todas as coisas materializadas pela comunidade planetária. É desenvolver uma educação humanitária e pacífica. É aprender e se espelhar na natureza que provê; no sol que brilha; na água que sacia e nos alimentos que nutrem, incondicionalmente todas as pessoas que deles necessitam.
Na condição de ser racional, utilizei trinta e cinco linhas para dissertar sobre como vencer a pobreza e a desigualdade. É dessa forma, com muita fala e pouca ação, que reagimos às problemáticas sociais. Mas, como ser humano que ousa experienciar, utilizo apenas uma palavra: o Coração, que aliado à racionalidade, é a força-motriz para dissolver esses males. E, à medida que as pessoas permitem-se auscultá-lo, a prosperidade começará e a Paz também.
TEXTO EM INGLÊS
How can we stop poverty and inequality? It is easy to answer that. The ones who always make the same question have the answer. And the ones who have the answer should only act collectively. But, how can we expect such initiative from the political, economical, and religious structures, if they are only fighting between them for power, money and misery? How can we expect to find a shade in the desert at noon, when the desert ends with all water sources and prevent trees from growing?
Better than try to beat it is to understand it and then overcome it. Poverty and inequality are stains of our consumption society. Both are parameters of the "must have" culture, classifying and separating people for what they have. As parameters, both are necessary to maintain the systems built over the historical human exploitation, which are different only because of the new use of words and images.
Can we deny that poverty and inequality justify and warrants the success of financial and ideological enterprises of small groups at the top of the social pyramid? There are the wars, the world cups and competitiveness, clear examples of the market's war logic, of the development that concentrates incomes e favors a few to detriment of many people who are at the basis of the pyramid.
Even though, there are some people in the pyramid basis who are protecting, reinforcing and maintaining – for decades – this collective wounds. This is a reflex of the "must have" ideology, of the illusion to possess something and then become different from the others. Consequently, poverty and inequality took roots at the collective unconsciousness and became, with the passing of time, a platform, an operational system validated for human relations and, most of all, economic relations.
If, from one side, these people warrant the material progress of small groups,from the other, they provide human progress, which is based of social multiplicity of human beings, sharing their experiences and impressions about the world and the things. It is here, is this large garden of thoughts and actions that the cultural imposition of the mercantile spirit is diluted, Opening the ways to sustainable development alternatives and to raise more noble human values.
So, I would say that, to overcome it, we must guide our relations by human values instead of economical values. The latter transform man in something disposable and in a pollutant agent, warranting him only poverty and inequality, thus distorting is natural quality of "being". Only as human beings, we can manage to recognize us one in the other and build a better society, which contemplates people from the present and the future.
Overcome it doesn't mean to create new wars, new stratums, new subtle forms of exploration and complacence. We must be natural and work our minds emptiness, which is the start of all material things in the planet's community. We must develop a humanitarian and peaceful education. We must learn how to reflect ourselves in the nature that supplies, in the sun that shines, in the water that satiates, in the food that feed, unconditionally, us, the people who need all of it.
As a rational being, I have used 35 lines to write about overcoming poverty and inequality. It is in that way, with too much talk and too little action, which we react to social issues. But, as a human being who dares to experience, I will use only one word: Heart, which, allied to reason, is the motor to stop these evils. When people start to listen to their hearts, prosperity shall come, and Peace shall come.
TEXTO EM FRANCÊS
Comment vaincre la pauvreté et l'inégalité? C'est facile d'y répondre. Ceux qui ont toujours pose cette question ont la réponse. Celui qui a la réponse doit à peine agir collectivement. Mais, comment espérer ce genre d'initiative de la part des structures politiques, économiques et religieuses qui vivent dans la lutte au nom du pouvoir, de l'argent et de la misère? Comment vouloir de l'ombre dans un désert à midi, qui aspire toutes les eaux et empêche la croissance des arbres?
Mieux qu'essayer de les vaincre c'est les comprendre pour ensuite les transcender. La pauvreté et l'inégalité sont les maux de notre société de consommation. Ce sont des paramètres de la culture du " posséder ", qui classent et séparent les personnes par ce qu'elles possèdent. Et, dans la condition de paramètres,sont nécessaires à la manutention actuel des systèmes structurés dans la très ancienne exploitation humaine, qui aujourd'hui se différencie à peine par le jeu de mots et images.
Pourra-t-on nier le fait qu'elles justifient et assurent le succès des entreprises idéologiques et financières de groupes minoritaires du sommet de la pyramide sociale? Voilà les guerres, les coupes du monde de football et la compétition, exemples claires de cette logique belliqueuse de marché; de ce genre de développement qui concentre les revenus et favorise peu de personnes au détriment d'une majorité, qui vit sur la hase de cette même pyramide.
Même ainsi, il y a ceux qui, à la base, défendent, renforcent et maintiennent, pendant des décades, la vigueur de ces blessures dans la collectivité. Ceci est le reflet de l'idéologie de l'avoir, donne l'illusion de posséder et de se différencier de l'autre. En conséquence, la pauvreté et l'inégalité se sont enracinées dans l'inconscient collectif et se sont transformées, au fil du temps, en une plateforme, en un système opérationnel validé par les rapports humains et, surtout économiques.
Mais, si d'une part elles assurent le progrès matériel de groupes minoritaires, de l'autre, stimulent le progrès humain, qui est géré dans la polyphonie sociale des êtres, avec son échange d'expériences et impressions sur le monde et sur les choses. C'est dans ce grand jardin de pensées et d'actions que l'imposition culturelle de l'esprit mercantile se dilue. Et ouvre les chemins aux alternatives de développement durable et au rayonnement des valeurs plus nobles de l'être.
Alors, je dirais que, pour les vaincre, nous devons orienter nos rapports par les valeurs humaines et non plus par les valeurs économiques. Celles-ci transforment l'homme en quelque chose de jetable et agent polluant, lui garantissant à peine la pauvreté et l'inégalité; distordant ainsi sa condition naturelle d"être". C'est seulement comme être humain que nous pouvons nous reconnaître dans les autres et viabiliser une société meilleure, qui considère les personnes d'aujourd'hui et de demain.
Les vaincre n'est pas créer de nouvelles guerres, de nouvelles couches, de nouvelles formes subtiles d'exploitation et de commodité. C'est que nous soyons naturels et que nous travaillions dans le vide de l'esprit, berceau de toutes les choses matérialisées par la communauté planétaire. C'est développer une éducation humanitaire et pacifique. C'est apprendre et se refléter dans la nature qui approvisionne; dans le soleil qui brille; dans l'eau qui rassasie et dans les aliments qui nourrissent, inconditionnellement toutes les personnes qui en ont besoin.
Dans la condition d'être rationnel, j'ai utilisé trente cinq lignes pour disserter sur comment vaincre la pauvreté et l'inégalité. C'est de cette façon, en parlant beaucoup et en agissant peu, que nous réagissons aux problématiques sociales. Mais, comme être humain qui ose expérimenter, j'utilise un mot: le Coeur, qui allié de la raison, est la force motrice pour dissoudre ces maux. Et à mesure que les personnes se permettent de l'ausculter, la prospérité commencera et la Paix aussi.
Autoria: Edmario (Hedi)
A Unesco/Folha Dirigida promoveram o concurso de redação para universitários - 2007. Os 100 trabalhos selecionados integram um livro trilingue (português, inglês e francês). O lançamento oficial foi na Academia Brasileira de Letras - 10/12/2007, no Rio de Janeiro. E o lançamento internacional foi em maio de 2008, na sede da Unesco, em Paris - França. Os livros foram distribuídos para bibliotecas de 191 países.
Redações enviadas: 41.329
Selecioandas para compor a coletânea: 100 (sendo 10 de Pernambuco).
Quem quiser copiar o livro em pdf, acesse:
unesdoc.unesco.org/images/0015/001576/157625m.pdf
Capa do livro:

TEXTO EM PORTUGUÊS
Como vencer a pobreza e a desigualdade? É fácil responder isso. Os que sempre fizeram essa pergunta têm a resposta. Quem tem a resposta precisa apenas agir coletivamente. Mas, como esperar esse tipo de iniciativa por parte das estruturas políticas, econômicas e religiosas que vivem se digladiando em nome do poder, do dinheiro e da miséria? Como querer sombra num deserto ao meio-dia, que suga todas as águas e impossibilita o crescimento das árvores?
Melhor do que tentar vencê-las é compreendê-las para depois transcendê-las. A pobreza e a desigualdade são mazelas da nossa sociedade de consumo. São parâmetros da cultura do ter, que classificam e separam as pessoas pelo que elas possuem. E, na condição de parâmetros, são necessárias à manutenção atual dos sistemas estruturados na antiqüíssima exploração humana, que hoje se diferencia apenas pelo jogo de palavras e imagens.
Será que podemos negar o fato de que elas justificam e garantem o sucesso dos empreendimentos ideológico-financeiros de grupos minoritários do topo da pirâmide social? Eis as guerras, as copas mundiais de futebol e a competitividade, exemplos claros dessa lógica belicosa de mercado; desse tipo de desenvolvimento que concentra renda e favorece a uns poucos em detrimento de uma maioria, que vive na base dessa mesma pirâmide.
Mesmo assim, há os que, na base, defendem, reforçam e mantêm, por décadas, a vigência dessas chagas na coletividade. Isso é reflexo da ideologia do ter, da ilusão do possuir e do diferenciar-se do outro. Conseqüentemente, a pobreza e a desigualdade enraizaram-se no inconsciente coletivo e transformaram-se, ao longo do tempo, numa plataforma, num sistema operacional validado para as relações humanas e, principalmente, econômicas.
Mas, se de um lado elas garantem o progresso material de grupos minoritários, do outro, fomentam o progresso humano, que é gestado na polifonia social dos seres, com sua troca de experiências e impressões sobre o mundo e as coisas. É neste grande jardim de pensamentos e ações que a imposição cultural do espírito mercantil se dilui. E abre os caminhos para as alternativas de desenvolvimento sustentável e para o raiar dos valores mais nobres do ser.
Então, diria que, para vencê-las, devemos nortear nossas relações pelos valores humanos e não mais pelos econômicos. Esses últimos transformam o homem em algo descartável e agente poluidor, garantindo-lhe apenas a pobreza e a desigualdade; distorcendo, assim, sua condição natural de “ser”. E somente como ser humano é que podemos reconhecer-nos nos outros e viabilizar uma sociedade melhor, que contemple as pessoas do hoje e do amanhã.
Vencê-las não é criar novas guerras, novos estratos, novas formas sutis de exploração e comodismo. É sermos naturais e trabalharmos no vazio da mente, berço de todas as coisas materializadas pela comunidade planetária. É desenvolver uma educação humanitária e pacífica. É aprender e se espelhar na natureza que provê; no sol que brilha; na água que sacia e nos alimentos que nutrem, incondicionalmente todas as pessoas que deles necessitam.
Na condição de ser racional, utilizei trinta e cinco linhas para dissertar sobre como vencer a pobreza e a desigualdade. É dessa forma, com muita fala e pouca ação, que reagimos às problemáticas sociais. Mas, como ser humano que ousa experienciar, utilizo apenas uma palavra: o Coração, que aliado à racionalidade, é a força-motriz para dissolver esses males. E, à medida que as pessoas permitem-se auscultá-lo, a prosperidade começará e a Paz também.
TEXTO EM INGLÊS
How can we stop poverty and inequality? It is easy to answer that. The ones who always make the same question have the answer. And the ones who have the answer should only act collectively. But, how can we expect such initiative from the political, economical, and religious structures, if they are only fighting between them for power, money and misery? How can we expect to find a shade in the desert at noon, when the desert ends with all water sources and prevent trees from growing?
Better than try to beat it is to understand it and then overcome it. Poverty and inequality are stains of our consumption society. Both are parameters of the "must have" culture, classifying and separating people for what they have. As parameters, both are necessary to maintain the systems built over the historical human exploitation, which are different only because of the new use of words and images.
Can we deny that poverty and inequality justify and warrants the success of financial and ideological enterprises of small groups at the top of the social pyramid? There are the wars, the world cups and competitiveness, clear examples of the market's war logic, of the development that concentrates incomes e favors a few to detriment of many people who are at the basis of the pyramid.
Even though, there are some people in the pyramid basis who are protecting, reinforcing and maintaining – for decades – this collective wounds. This is a reflex of the "must have" ideology, of the illusion to possess something and then become different from the others. Consequently, poverty and inequality took roots at the collective unconsciousness and became, with the passing of time, a platform, an operational system validated for human relations and, most of all, economic relations.
If, from one side, these people warrant the material progress of small groups,from the other, they provide human progress, which is based of social multiplicity of human beings, sharing their experiences and impressions about the world and the things. It is here, is this large garden of thoughts and actions that the cultural imposition of the mercantile spirit is diluted, Opening the ways to sustainable development alternatives and to raise more noble human values.
So, I would say that, to overcome it, we must guide our relations by human values instead of economical values. The latter transform man in something disposable and in a pollutant agent, warranting him only poverty and inequality, thus distorting is natural quality of "being". Only as human beings, we can manage to recognize us one in the other and build a better society, which contemplates people from the present and the future.
Overcome it doesn't mean to create new wars, new stratums, new subtle forms of exploration and complacence. We must be natural and work our minds emptiness, which is the start of all material things in the planet's community. We must develop a humanitarian and peaceful education. We must learn how to reflect ourselves in the nature that supplies, in the sun that shines, in the water that satiates, in the food that feed, unconditionally, us, the people who need all of it.
As a rational being, I have used 35 lines to write about overcoming poverty and inequality. It is in that way, with too much talk and too little action, which we react to social issues. But, as a human being who dares to experience, I will use only one word: Heart, which, allied to reason, is the motor to stop these evils. When people start to listen to their hearts, prosperity shall come, and Peace shall come.
TEXTO EM FRANCÊS
Comment vaincre la pauvreté et l'inégalité? C'est facile d'y répondre. Ceux qui ont toujours pose cette question ont la réponse. Celui qui a la réponse doit à peine agir collectivement. Mais, comment espérer ce genre d'initiative de la part des structures politiques, économiques et religieuses qui vivent dans la lutte au nom du pouvoir, de l'argent et de la misère? Comment vouloir de l'ombre dans un désert à midi, qui aspire toutes les eaux et empêche la croissance des arbres?
Mieux qu'essayer de les vaincre c'est les comprendre pour ensuite les transcender. La pauvreté et l'inégalité sont les maux de notre société de consommation. Ce sont des paramètres de la culture du " posséder ", qui classent et séparent les personnes par ce qu'elles possèdent. Et, dans la condition de paramètres,sont nécessaires à la manutention actuel des systèmes structurés dans la très ancienne exploitation humaine, qui aujourd'hui se différencie à peine par le jeu de mots et images.
Pourra-t-on nier le fait qu'elles justifient et assurent le succès des entreprises idéologiques et financières de groupes minoritaires du sommet de la pyramide sociale? Voilà les guerres, les coupes du monde de football et la compétition, exemples claires de cette logique belliqueuse de marché; de ce genre de développement qui concentre les revenus et favorise peu de personnes au détriment d'une majorité, qui vit sur la hase de cette même pyramide.
Même ainsi, il y a ceux qui, à la base, défendent, renforcent et maintiennent, pendant des décades, la vigueur de ces blessures dans la collectivité. Ceci est le reflet de l'idéologie de l'avoir, donne l'illusion de posséder et de se différencier de l'autre. En conséquence, la pauvreté et l'inégalité se sont enracinées dans l'inconscient collectif et se sont transformées, au fil du temps, en une plateforme, en un système opérationnel validé par les rapports humains et, surtout économiques.
Mais, si d'une part elles assurent le progrès matériel de groupes minoritaires, de l'autre, stimulent le progrès humain, qui est géré dans la polyphonie sociale des êtres, avec son échange d'expériences et impressions sur le monde et sur les choses. C'est dans ce grand jardin de pensées et d'actions que l'imposition culturelle de l'esprit mercantile se dilue. Et ouvre les chemins aux alternatives de développement durable et au rayonnement des valeurs plus nobles de l'être.
Alors, je dirais que, pour les vaincre, nous devons orienter nos rapports par les valeurs humaines et non plus par les valeurs économiques. Celles-ci transforment l'homme en quelque chose de jetable et agent polluant, lui garantissant à peine la pauvreté et l'inégalité; distordant ainsi sa condition naturelle d"être". C'est seulement comme être humain que nous pouvons nous reconnaître dans les autres et viabiliser une société meilleure, qui considère les personnes d'aujourd'hui et de demain.
Les vaincre n'est pas créer de nouvelles guerres, de nouvelles couches, de nouvelles formes subtiles d'exploitation et de commodité. C'est que nous soyons naturels et que nous travaillions dans le vide de l'esprit, berceau de toutes les choses matérialisées par la communauté planétaire. C'est développer une éducation humanitaire et pacifique. C'est apprendre et se refléter dans la nature qui approvisionne; dans le soleil qui brille; dans l'eau qui rassasie et dans les aliments qui nourrissent, inconditionnellement toutes les personnes qui en ont besoin.
Dans la condition d'être rationnel, j'ai utilisé trente cinq lignes pour disserter sur comment vaincre la pauvreté et l'inégalité. C'est de cette façon, en parlant beaucoup et en agissant peu, que nous réagissons aux problématiques sociales. Mais, comme être humain qui ose expérimenter, j'utilise un mot: le Coeur, qui allié de la raison, est la force motrice pour dissoudre ces maux. Et à mesure que les personnes se permettent de l'ausculter, la prospérité commencera et la Paix aussi.
OURO VERDE DO NORDESTE: O LADO CLARO E O LADO ESCURO DA FORÇA.
Autoria: Hedi (Edmario)-(05/06/2007)
Apontados como desaceleradores do aquecimento global, os biocombustíveis são as novas vedetes da mídia mundial. Nações importantes já estão investindo neles, pois o desenvolvimento não pode parar. Porém, como o dia e a noite, ambos com 12 horas claras e escuras, respectivamente, em tudo há dois lados. As nações ricas vivem às avessas com alguns países islâmicos, hoje “inimigos” e detentores das reservas mundiais de petróleo. Além disso, na América do Sul, outra potência petrolífera, a Venezuela, governada por uma versão Kitsch do comandante cubano, e ainda, a Bolívia e suas reservas de gás natural administradas por um indígena. Nesse conflito entre o lado “claro” e o “escuro” da “força”, os biocombustíveis surgem como tábua de salvação, bem mais para as contas bancárias de direitistas e esquerdistas do que para a humanidade. Nesse contexto, a cultura canavieira ressurge e sua matéria-prima, a cana-de-açúcar, recebe uma nova roupagem: o “Ouro Verde”, que na sua essência traz o mel e também, o fel.
Nossa pátria, especialmente, o Nordeste, prepara-se para viver um novo sonho econômico sob a égide do aquecimento econômico pela redução do aquecimento (climático) global. Num mercado de milhões de “verdinhas”, o consumo de etanol aumentou e o Brasil é o maior produtor, consumidor e exportador. Elevou-se à condição de potência energética - um “ganso dos ovos de ouro” -, principalmente, diante das incertezas com relação ao fornecimento de combustíveis fósseis no futuro. As propagandas dizem que os biocombustíveis são positivos para reduzir os gases do efeito estufa. O etanol, por exemplo, é utilizado como combustível e é também aplicado nas áreas de perfumaria, medicamentos, produtos de limpeza e bebidas alcoólicas. Ele é “uma fonte energética renovável e pouco poluente” e seu excedente na produção de biodiesel é totalmente reprocessado.
Porém, estudos asiáticos e europeus revelam uma outra face dessa realidade. Os chineses alertam: “a cultura intensiva de cana-de-açúcar [...] provoca a liberação de uma enorme quantidade de carbono existente no solo. E se essas áreas fossem regeneradas, poupariam por hectare, anualmente, a liberação de 7t de dióxido de carbono, mais do que bioetanol poupa”. No que se refere à sua produção, para cada litro produzido, consome-se cerca de 4 litros de água. E os belgas afirmam que: “O biodiesel provoca mais problemas de saúde e ambientais porque cria uma poluição mais pulverizada, libera mais poluentes que promovem a destruição da camada de ozônio”. Essa situação merece a nossa atenção, pois é a racionalidade contrapondo-se à própria racionalidade. As pesquisas são resultados de mensurações lógicas, bem distantes das “ditas” paixões desenfreadas de grupos ambientalistas. Eis o mel revelando o seu fel.
Diante desses fatos lógicos que se contrapõem, cabe-nos perguntar: O que vem a ser esse desenvolvimento econômico? Por que promessas bonitas e tantos efeitos danosos para a coletividade e o planeta? Qual o seu real significado? Desenvolvimento é o que está nos dicionários: adiantamento, crescimento, aumento, progresso ou significa: não-envolvimento (prefixo de negação des- mais a palavra envolvimento)? Será que assumiremos novamente o ônus e seremos excluídos do bônus desses projetos empresarial-governamentais? Os carros terão mais prioridade à água do que nós que já vivemos na escassez desse líquido tão necessário à nossa sobrevivência? A história mostra que, em lugares que estiveram sob a insígnia do “Ouro...”, seguiu-se a devastação. Certamente, devemos considerar os dois lados da força, as duas vertentes: o dia e a noite, focando mais nessa última, muitas vezes excluída, mas que sempre nos estimula a vermos além do imediatismo, visto que podemos estar cegos, mesmo ao meio-dia.
Apontados como desaceleradores do aquecimento global, os biocombustíveis são as novas vedetes da mídia mundial. Nações importantes já estão investindo neles, pois o desenvolvimento não pode parar. Porém, como o dia e a noite, ambos com 12 horas claras e escuras, respectivamente, em tudo há dois lados. As nações ricas vivem às avessas com alguns países islâmicos, hoje “inimigos” e detentores das reservas mundiais de petróleo. Além disso, na América do Sul, outra potência petrolífera, a Venezuela, governada por uma versão Kitsch do comandante cubano, e ainda, a Bolívia e suas reservas de gás natural administradas por um indígena. Nesse conflito entre o lado “claro” e o “escuro” da “força”, os biocombustíveis surgem como tábua de salvação, bem mais para as contas bancárias de direitistas e esquerdistas do que para a humanidade. Nesse contexto, a cultura canavieira ressurge e sua matéria-prima, a cana-de-açúcar, recebe uma nova roupagem: o “Ouro Verde”, que na sua essência traz o mel e também, o fel.
Nossa pátria, especialmente, o Nordeste, prepara-se para viver um novo sonho econômico sob a égide do aquecimento econômico pela redução do aquecimento (climático) global. Num mercado de milhões de “verdinhas”, o consumo de etanol aumentou e o Brasil é o maior produtor, consumidor e exportador. Elevou-se à condição de potência energética - um “ganso dos ovos de ouro” -, principalmente, diante das incertezas com relação ao fornecimento de combustíveis fósseis no futuro. As propagandas dizem que os biocombustíveis são positivos para reduzir os gases do efeito estufa. O etanol, por exemplo, é utilizado como combustível e é também aplicado nas áreas de perfumaria, medicamentos, produtos de limpeza e bebidas alcoólicas. Ele é “uma fonte energética renovável e pouco poluente” e seu excedente na produção de biodiesel é totalmente reprocessado.
Porém, estudos asiáticos e europeus revelam uma outra face dessa realidade. Os chineses alertam: “a cultura intensiva de cana-de-açúcar [...] provoca a liberação de uma enorme quantidade de carbono existente no solo. E se essas áreas fossem regeneradas, poupariam por hectare, anualmente, a liberação de 7t de dióxido de carbono, mais do que bioetanol poupa”. No que se refere à sua produção, para cada litro produzido, consome-se cerca de 4 litros de água. E os belgas afirmam que: “O biodiesel provoca mais problemas de saúde e ambientais porque cria uma poluição mais pulverizada, libera mais poluentes que promovem a destruição da camada de ozônio”. Essa situação merece a nossa atenção, pois é a racionalidade contrapondo-se à própria racionalidade. As pesquisas são resultados de mensurações lógicas, bem distantes das “ditas” paixões desenfreadas de grupos ambientalistas. Eis o mel revelando o seu fel.
Diante desses fatos lógicos que se contrapõem, cabe-nos perguntar: O que vem a ser esse desenvolvimento econômico? Por que promessas bonitas e tantos efeitos danosos para a coletividade e o planeta? Qual o seu real significado? Desenvolvimento é o que está nos dicionários: adiantamento, crescimento, aumento, progresso ou significa: não-envolvimento (prefixo de negação des- mais a palavra envolvimento)? Será que assumiremos novamente o ônus e seremos excluídos do bônus desses projetos empresarial-governamentais? Os carros terão mais prioridade à água do que nós que já vivemos na escassez desse líquido tão necessário à nossa sobrevivência? A história mostra que, em lugares que estiveram sob a insígnia do “Ouro...”, seguiu-se a devastação. Certamente, devemos considerar os dois lados da força, as duas vertentes: o dia e a noite, focando mais nessa última, muitas vezes excluída, mas que sempre nos estimula a vermos além do imediatismo, visto que podemos estar cegos, mesmo ao meio-dia.
OS SOCALISTAS ESTÃO CHEGANDO: UMA NOVA IDEOLOGIA POLÍTICA BRASILEIRA?
Autoria: Claríssimo (Edmario) -27/07/2008 03:25:31
Jaz o tempo em que víamos nitidamente a divisão entre direita e esquerda. Éramos reféns das verborragias ideológicas; dos ataques e contra-ataques entre os socialistas - “das forças progressistas” e os capitalistas - “vilões do retrocesso”. Porém, pela “governabilidade”, as ideologias flexionaram-se para gestar um novo caminho que mistura água com óleo, impossível na ciência, mas real na política nacional.
Nossos antepassados viveram momentos de sofrimentos inimagináveis, com toda sorte de perseguição psicológica e física, visando construir uma nação para o povo brasileiro. O vermelho de suas veias foi derramado em cascata e as lágrimas maternais inundaram os vales da morte com suas tristezas eternas pelo sumiço dos seus rebentos outrora acalentados e amamentados amorosamente.
No meio onde vivi, mesmo na década de 1980, falar sobre esquerda, comunismo e coisas do gênero era algo que ainda destravava nas pessoas os gatilhos do medo repressor do passado. A violência física sumira, mas a psicológica continuava e era pior do que a primeira. Contudo, a velha força da exclusão, a ditadura do pensar único cedia natural e irreversivelmente à democracia da polifonia social.
Lembro-me das “Diretas Já”; da democratização do país; da volta dos exilados; dos “caras pintadas”, entre outras coisas. Era uma multidão que fazia a hora por uma nação melhor e para todos; seguindo seus líderes messiânicos, ditos representantes das forças democráticas e progressistas, num combate santo e incansável pela liberdade e contra as forças do retrocesso que oprimiam e escravizavam o povo.
Naquela época havia um divisor de águas. Sabíamos quem era quem. Hoje, tudo se modifica. Ao folhear jornais e revistas; ao escutar e assistir entrevistas, fico atônito e me pergunto: Cadê a esquerda? Cadê a direita? Perderam-se todos os diferenciais de identificação. Em nome da tal da “governabilidade”, ou melhor, em nome da sobrevivência de grupos falidos e obsoletos dos dois lados, todos se uniram.
Inacreditavelmente, o que a ciência não conseguiu fazer, a política fez: misturar água e óleo. E como Noé, socialistas e capitalistas parecem ter construído uma grande embarcação para se salvar do dilúvio consciencial que está inundando essa nação tupi-nagô, a cada dia. Será que incorporaram também, a célebre frase: “esqueçam o que eu falei”? Nesse caso, esqueçamos o que nós mesmos falamos.
Isso exige um neologismo sem o qual ficaríamos como barcos à deriva. Poderia se chamar de SOCALISMO. E antes que haja julgamentos errados a respeito desse recém-nascido, informo que o nome não está relacionado à soca-soca do vovô e nem ao verbo socar. É apenas a fusão do SOcialismo com o CApitalismo, mantendo economicamente e como um remédio genérico, o princípio ativo de cada ideologia nas primeiras sílabas.
O Socalismo nos salvará e nos libertará das visões antigas e obsoletas e nem ditará o caminho, já que tudo dá na venda. Os convertidos serão chamados de Socalistas. Todo sangue e lágrimas dos antepassados serão esquecidos. A dor será banida e a alegria reinará como nas ditaduras anteriores. Contudo, o que me anima é que essa nação pensa e tem olhos bem abertos e acorda para ser senhora de si mesma.
Jaz o tempo em que víamos nitidamente a divisão entre direita e esquerda. Éramos reféns das verborragias ideológicas; dos ataques e contra-ataques entre os socialistas - “das forças progressistas” e os capitalistas - “vilões do retrocesso”. Porém, pela “governabilidade”, as ideologias flexionaram-se para gestar um novo caminho que mistura água com óleo, impossível na ciência, mas real na política nacional.
Nossos antepassados viveram momentos de sofrimentos inimagináveis, com toda sorte de perseguição psicológica e física, visando construir uma nação para o povo brasileiro. O vermelho de suas veias foi derramado em cascata e as lágrimas maternais inundaram os vales da morte com suas tristezas eternas pelo sumiço dos seus rebentos outrora acalentados e amamentados amorosamente.
No meio onde vivi, mesmo na década de 1980, falar sobre esquerda, comunismo e coisas do gênero era algo que ainda destravava nas pessoas os gatilhos do medo repressor do passado. A violência física sumira, mas a psicológica continuava e era pior do que a primeira. Contudo, a velha força da exclusão, a ditadura do pensar único cedia natural e irreversivelmente à democracia da polifonia social.
Lembro-me das “Diretas Já”; da democratização do país; da volta dos exilados; dos “caras pintadas”, entre outras coisas. Era uma multidão que fazia a hora por uma nação melhor e para todos; seguindo seus líderes messiânicos, ditos representantes das forças democráticas e progressistas, num combate santo e incansável pela liberdade e contra as forças do retrocesso que oprimiam e escravizavam o povo.
Naquela época havia um divisor de águas. Sabíamos quem era quem. Hoje, tudo se modifica. Ao folhear jornais e revistas; ao escutar e assistir entrevistas, fico atônito e me pergunto: Cadê a esquerda? Cadê a direita? Perderam-se todos os diferenciais de identificação. Em nome da tal da “governabilidade”, ou melhor, em nome da sobrevivência de grupos falidos e obsoletos dos dois lados, todos se uniram.
Inacreditavelmente, o que a ciência não conseguiu fazer, a política fez: misturar água e óleo. E como Noé, socialistas e capitalistas parecem ter construído uma grande embarcação para se salvar do dilúvio consciencial que está inundando essa nação tupi-nagô, a cada dia. Será que incorporaram também, a célebre frase: “esqueçam o que eu falei”? Nesse caso, esqueçamos o que nós mesmos falamos.
Isso exige um neologismo sem o qual ficaríamos como barcos à deriva. Poderia se chamar de SOCALISMO. E antes que haja julgamentos errados a respeito desse recém-nascido, informo que o nome não está relacionado à soca-soca do vovô e nem ao verbo socar. É apenas a fusão do SOcialismo com o CApitalismo, mantendo economicamente e como um remédio genérico, o princípio ativo de cada ideologia nas primeiras sílabas.
O Socalismo nos salvará e nos libertará das visões antigas e obsoletas e nem ditará o caminho, já que tudo dá na venda. Os convertidos serão chamados de Socalistas. Todo sangue e lágrimas dos antepassados serão esquecidos. A dor será banida e a alegria reinará como nas ditaduras anteriores. Contudo, o que me anima é que essa nação pensa e tem olhos bem abertos e acorda para ser senhora de si mesma.
sábado, 3 de abril de 2010
LASCARAM MIGUEL ARRAES
Quem passa no limite entre Paulista e Abreu e Lima, dá de cara com um painel rodoviário grande que faz o caô sobre o Hospital Miguel Arraes, que nesses último 40 anos não havia se construído uma estrutura daquele tipo.
Na composição do painel apareciam funcionários sorridentes (se ganharem mais R$ 1.000,00 mensais, eu acredito naquele riso), à frente do HMA, que só funciona ainda com 30% de sua capacidade.
Então, depois de umas chuvas, escutei no “busão”, um homem dizer: “lascaram Miguel Arraes”. Curioso, perguntei o que teria ocorrido, e ele respondeu que: a “placa” havia caído e se quebrado.
Nas viagens que fiz constatei o fato e fiquei imaginando o que teria ocorrido. Teria sido alguma ação terrorista? Será que forças trevosas e invejosas haviam atentado contra aquele povo sorridente na “placa”?
Teria sido um plano nefasto das forças do retrocesso que vislumbram voltar ao poder e destituir as forças democráticas e revolucionárias? Somente uma visita in loco para iniciar uma investigação.
Ao chegar ao referido local, deparei-me com o possível criminoso, e suas pegadas estavam por toda a placa. Possivelmente, foi ele, ou melhor, foram eles que ousaram destruir aquela placa tão sorridente.
Cupins, senhores. Foram eles sim, e as fotos testemunham isso. Aquele exército ambicioso e faminto contribuiu para fazer ruir aquela placa. E nisso surge outra pergunta, que tipo de cupim terá sido hein?
Terá sido algum cupim oposicionista, da espécie yarbas mendonciae ou quem sabe o serra guerreae? Bem, de toda forma, se nos pequenos detalhes se revelam as grandes verdades. Imaginem a queda de uma placa dessas. O que poderá nos revelar?
Mas como tudo tem serventia, ali serve como local de sombra e com excelente ventilação. Fora isso já serve para o uso comum: é um cagatório, pois o Le Gagué era bóia.
Eis as fotos:
Foto 01

Foto 02

Foto 03

Foto 04
Na composição do painel apareciam funcionários sorridentes (se ganharem mais R$ 1.000,00 mensais, eu acredito naquele riso), à frente do HMA, que só funciona ainda com 30% de sua capacidade.
Então, depois de umas chuvas, escutei no “busão”, um homem dizer: “lascaram Miguel Arraes”. Curioso, perguntei o que teria ocorrido, e ele respondeu que: a “placa” havia caído e se quebrado.
Nas viagens que fiz constatei o fato e fiquei imaginando o que teria ocorrido. Teria sido alguma ação terrorista? Será que forças trevosas e invejosas haviam atentado contra aquele povo sorridente na “placa”?
Teria sido um plano nefasto das forças do retrocesso que vislumbram voltar ao poder e destituir as forças democráticas e revolucionárias? Somente uma visita in loco para iniciar uma investigação.
Ao chegar ao referido local, deparei-me com o possível criminoso, e suas pegadas estavam por toda a placa. Possivelmente, foi ele, ou melhor, foram eles que ousaram destruir aquela placa tão sorridente.
Cupins, senhores. Foram eles sim, e as fotos testemunham isso. Aquele exército ambicioso e faminto contribuiu para fazer ruir aquela placa. E nisso surge outra pergunta, que tipo de cupim terá sido hein?
Terá sido algum cupim oposicionista, da espécie yarbas mendonciae ou quem sabe o serra guerreae? Bem, de toda forma, se nos pequenos detalhes se revelam as grandes verdades. Imaginem a queda de uma placa dessas. O que poderá nos revelar?
Mas como tudo tem serventia, ali serve como local de sombra e com excelente ventilação. Fora isso já serve para o uso comum: é um cagatório, pois o Le Gagué era bóia.
Eis as fotos:
Foto 01
Foto 02
Foto 03
Foto 04
segunda-feira, 29 de março de 2010
COCOi - que merda é essa (novo nome, novo slogan)
COCOi - que merda é essa (novo nome, novo slogan)
Faz mais de um ano que tento colocar o Velox em minha residência. Mas como sempre vem aquela conversa de estudo de viabilidade técnica e blá, blá, blá. Enquanto isso, eu tenho que me contentar com uma internet discada que atualmente que oscila entre 24 a 28,8kbps e cai que é uma tristeza. E muitas vezes, mesmo conectada, não sai do canto. A sacanagem é que quando se abre a página da Oi, rola esse comercial:
Assine Oi Discado Super e tenha uma conexão discada estável, com discador inteligente, acelerador grátis e mais:
Sem limite de horas e sem custo adicional;
Telefones de conexão atualizados automaticamente;
Agendamento de conexões, onde você agenda o início e fim das conexões;
E-mail de 1Gb;
1° mês de suporte técnico telefônico grátis.
Benefícios exclusivos na comunidade virtual Migux, voltada para o público infantil.
Quer dizer, parece que já é de propósito se colocar um COCOi para forçar a pessoa a adquirir mais serviços ruins. Quando comecei a pagar pela internet, a conexão ficava em 45,2kbps. Foi baixando e já chegou até 4kbps. Depois que resolver uma questão de ordem financeira, meu objetivo é tirar a Oi da minha vida, pois, se com um serviço de mais de R$ 70,00 mensais é assim, imagine um COCOi mais caro (3G, banda estreita)? Então, quando o negócio for internet, não diga Oi, procure outra operadora.
Faz mais de um ano que tento colocar o Velox em minha residência. Mas como sempre vem aquela conversa de estudo de viabilidade técnica e blá, blá, blá. Enquanto isso, eu tenho que me contentar com uma internet discada que atualmente que oscila entre 24 a 28,8kbps e cai que é uma tristeza. E muitas vezes, mesmo conectada, não sai do canto. A sacanagem é que quando se abre a página da Oi, rola esse comercial:
Assine Oi Discado Super e tenha uma conexão discada estável, com discador inteligente, acelerador grátis e mais:
Sem limite de horas e sem custo adicional;
Telefones de conexão atualizados automaticamente;
Agendamento de conexões, onde você agenda o início e fim das conexões;
E-mail de 1Gb;
1° mês de suporte técnico telefônico grátis.
Benefícios exclusivos na comunidade virtual Migux, voltada para o público infantil.
Quer dizer, parece que já é de propósito se colocar um COCOi para forçar a pessoa a adquirir mais serviços ruins. Quando comecei a pagar pela internet, a conexão ficava em 45,2kbps. Foi baixando e já chegou até 4kbps. Depois que resolver uma questão de ordem financeira, meu objetivo é tirar a Oi da minha vida, pois, se com um serviço de mais de R$ 70,00 mensais é assim, imagine um COCOi mais caro (3G, banda estreita)? Então, quando o negócio for internet, não diga Oi, procure outra operadora.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
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