segunda-feira, 21 de setembro de 2009
MARINA SILVA E A NEOBURGUESIA VERMELHA
É gritante a estupidez desse neoburguês vermelho, pois desrespeita a Senadora e o Eleitorado brasileiro quando tece aquele tipo de comentário. Marina Silva é “estrela descente” é uma das poucas figuras políticas que podemos confiar e respeitar. Sua saída do mundo socalista foi providencial, pois desvincula sua imagem do novo e imprestável modelo politiqueiro, o Socalismo, mantido pela neoburguesia vermelha.
Quem imaginaria um dia o presidente de mãos dadas com Fernando Collor, José Sarney e Renan Calheiros? Quem imaginaria o partido tido como ético e transparente - que no passado não deixava nem as forças do retrocesso peidarem sossegadas -, fosse palco de tantos escândalos nesse circo de horrores? Lembram de Dirceu, Palocci, Delúbio, Genoíno e Marta? Não dá pra gozar e relaxar, companheiros. Isso é Socalismo.
Ao declarar que Marina não é “ameaça”, a neoburguesia vermelha revela como percebe o eleitorado: um cavalo de viseira que não pensa, não muda e nem percebe nada. E aos que se insurgem o banimento. Enfim, é proibido pensar e discordar. E já que disseram que: “a mídia (que nos informa) é inimiga das instituições representativas”, não me espantará que mais tarde e por outros moldes, a Venezuela seja aqui.
Parece que a neoburguesia usa viseira (não sei se de cavalo), ao não perceber que a saída de Marina do meio socalista garante repensar o Brasil e é um marco para o exercício da opinião pessoal que permite uma postura ética e que vai além dos dois vícios da moeda. Por essa situação e pela possível candidatura de Marina à presidência, já tem gente dia e noite nos sites de busca pesquisando sobre o que é sustentabilidade.
Já dá até para imaginar alguns hilários depoimentos quando se questionarem sobre o meio e a sustentabilidade: ”Bem, nós corríamos atrás dos calangos para pô-los à sombra, quando íamos à barragem”; “Lá em nossa fazenda havia um periquito que comia queijo e cantava “Terra” de Caetano; “Mamãe sempre nos ensinou a respeitar os animais, por isso me tornei médico”; ”Meu sonho é amarrar tudo para me sustentar”.
E para complementar esse encanto, é claro que os figurinos e produtos de beleza seriam sustentavelmente ecofashions: sapato com pele de jacaré-açu desdentado do Amazonas; blusa de pele de onça maneta do Pantanal; bolsa de palha de soja transgênica; botox com cristais de pena caída de arara azul e também um excelente xampu de algas encalhadas na praia para tornar as jubas, impecáveis.
E assim 2010 se aproxima e grande é o alvoroço. Mas como diria Lulu “Nada do que foi será...” Eis a roda da vida que gira, gira e nos dá a possibilidade de dar um basta à mesmice ou de ter que votar no menos imprestável. Chega desse povo de uma nota só que se junta com alhos e bugalhos para se manter no poder, cheio de escândalos e que depois surgem como redentores vitimados por badboys caseiros.
Independentemente de qualquer coisa, o maior feito da antiga esquerda, e hoje, neoburguesia vermelha foi ter quebrado o mito, a ilusão dos amigos e inimigos do povo. Na realidade, todos queriam o poder. Os fatos reais são expostos pela mídia dita “inimiga” todo dia, durante esses quase oito anos de gestão ou quem sabe, de congestão. E como diria os Engenheiros: “Sem querer ele me deram as chaves que abrem...”
Chega de sermos reféns de uma eleição focada no inimigo único: ou você vota nele ou em mim. Chega de aceitar a imposição do complexo de lombriga, pois nossa natureza e função são outras. Chega dos coronelismos, omissões, conivências e conveniências, pois ninguém é obrigado a beber água do Tietê. Chega desse papo maldito e acomodado de que “pode ser uma porcaria, mas ele é do meu campo de atuação”.
Chega de ser ovelha e ficar sempre no frio após a tosquia, pois somos gestores das nossas próprias vidas. Chega de ter que engolir uma torta de chocolate todo dia para manter a padaria do coleguinha da esquina; aquela pessoa vil e má que no final nos dará uma serra para amputar nossos braços e pés, conseqüência do nosso comodismo e do acúmulo mental de açúcares e gorduras ao longo do tempo.
Todas essas situações insustentáveis podem ser transformadas e/ou descartadas. Basta um ato: votar. Através do voto agimos e expressamos o que pensamos e queremos para o nosso país. Mas, além disso devemos sempre nos informar, ter opinião própria para acompanhar as gestões(?) e congestões públicas, através dos espaços de poder como audiências, encontros, conselhos, conferências e agendas 21 locais.
Assim assumimos a responsabilidade pelo nosso Brasil, pois somos seus legítimos e naturais agentes sociais que se expressam a cada dia, a cada ato. E isso é totalmente diferente daquelas transformações agendadas para uma sexta-feira qualquer, à tarde e numa mesa de bar e daquelas que ocorrem em jatinhos, fazendas, hotéis de luxo e que são regadas a muito uísque, filé mignon e outras coisinhas mais.
Então, cabe a cada um decidir sustentar o insustentável ou sustentar nossos sonhos e transformá-los em realidade por um caminho ético e transparente, que nos convida a cada instante a vivermos um Brasil Sustentável e possível, se assim o quisermos; pois quem foca em dificuldade, não quer solução. Agir é opcional, pessoal, intransferível e irreversível. Não sou esquerda nem sou direita. Sou brasileiro.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
QUEM TE VIU, QUEM TE VÊ.
De fato, a mudança aconteceu. Era nosso desejo mudar e havia um meio: o PT - o surfista da vez - que subiu na crista dessa onda civil. No dia da posse (alguém se lembra?), o mundo se voltava para um nordestino, pernambucano e esquerdista que assumia a condição de presidente da República Federativa do Brasil, quebrando o longo julgo das “forças direitistas”; dando ao povo a condição de sentir-se plenamente representado na imagem daquele homem.
Havia também outros ícones, que “representavam” a luta e a resistência, e que eram (e também se achavam) legitimados representantes do povo. Essa ascensão ocorreu em várias partes do Brasil e a Esquerda, sinônimo de seres pensantes (que conheciam profundamente nossos problemas e soluções para corrigir os desmandos das forças do atraso) chegou enfim, ao poder. Era hora da tão esperada prática socialista da justiça social e da democracia.
Poderíamos dormir descansados, confiantes, pois as forças da moral, da ética, da justiça e da igualdade estavam no centro de comando. Vejam que emoção: as pessoas que viviam em meus sonhos com suas palavras bonitas e certeiras, que me estimularam à mudança; que sempre estiveram ao lado e lutaram pelos pobres, oprimidos e causas justas; que eram meus referenciais e que contribuíram para moldar o meu senso critico, estavam agora na capital federal.
O que poderíamos nós (seres oprimidos, sem voz e sem vez, diante da possibilidade de reverter essa condição) desejar? Era nossa vez. Eram nossos ícones. Era nosso povo que nos escutava e nos respeitava. Era a hora da onda vermelha transformar anseios coletivos em realidades, pois os “ditos inimigos não sei de quem”, como: Arena, PDS, PFL, Collor, FHC já não ditavam e nem batiam mais o martelo. O jogo inverteu-se e “ o nosso time” ganharia sempre.
Entretanto, paralelamente às inegáveis melhorias sociais, nesses dois mandatos vermelhos, uma onda de escândalos estourou como crise de furunculose. E um silêncio apossou-se de todos e um bailado macabro começou para abafar o que fosse possível. E por fim, assistimos pasmos pela telinha, os acordos explícitos com os ditos “velhos inimigos”, para se manter no poder. Será que nada mudou e foi tudo uma ilusão? Desse jeito, nem com camisinha dá pra relaxar e gozar.
Mas sob as bênçãos do PT e de Lula, o Senador itinerante José Sarney foi salvo das acusações. Houve até um insulto á nossa inteligência quando se falou que tudo aquilo era para enfraquecer o governo. Explicitamente vimos um show de baixarias e xingações e pessoas sensatas como o gaúcho Pedro Simon serem demonizadas. Vimos ainda os “reais” companheiros lulistas: José Sarney. Renan Calheiros e Fernando Collor de Mello (alguém se lembra?).
Assim como o fato de que a ascensão do PT representou os nossos legítimos anseios, é inegável que houve avanços sociais em nosso país durante esses 8 anos. Entretanto, nos últimos tempos o governo para se manter no poder juntou-se com qualquer coisa. Dessa forma, nossa confiança foi maculada e ele, ou perdeu-se pela ânsia do poder ou está revelando sua verdadeira face e seus reais companheiros e achando ainda, que somos pessoas tolas.
O desfecho não poderia ser diferente e as reações são legítimas. A população ficou abismada e indignada. Quadros importantes como Marina Silva e Flávio Arns saíram do partido, assim como Eloísa Helena, no passado. Formas honrosas e corajosas de dizer não às relações macabras que não nos representam. Já o Sr. Mercadante, sem comentários. Mas, e agora José? (já dizia uma música antiga). Aliás, e agora (con)gestão pública? O preço é alto, pois custa a perda do status do poder, que só existe enquanto acreditamos nele. Você ainda acredita?
O governo parece que caiu num tipo de complexo, tipo cavalo de viseira, que acomete pessoas que juram que seus barcos e caminhos são os únicos e certos e que sem eles nada funcionaria. Entretanto, solo sem sustentabilidade vira sertão na próxima estação. Cabe então, buscar outros caminhos - como um grande rio cuja intenção é chegar ao grande mar – e semear os nossos sonhos novamente. E é para isso que estamos aqui: para sonhar, semear, colher nossos sonhos e torná-los realidade. Isso depende de cada um, é opcional e intransferível.
Nesse momento pensar (sem paixonites) para agir é crucial, visto que a velha ideia do inimigo único (em que "achavávamos" que sabíamos quem era do bem e do mal), acabou. A Esquerda brasileira conseguiu quebrar a sua própria base de ascenção e sustentação: o mito dos amigos e inimigos do povo -, ou seja, as forças progressistas e as forças do retrocesso. As revelações palacianas e o silêncio dos "progressistas" nos despertaram e esse papo de que "é assim mesmo" e que "o povo não se lembram de nada e só vive pela barriga", está caindo por terra. Exemplos surgem a cada dia e mostram que a população não é mais aquela massa que dependia de "um líder, de um salvador" para guiá-las. Nosso povo é uma sociedade cidadã, mesmo com todas as limitações e problemas.
A transformação surge pela informação, pela busca dos fatos, pela opinião própria e por um entendimento mais amplo, que não fique preso à velha cortina de fumaça que restringe tudo a um só inimigo. É por isso que pensar é bom e faz bem à saúde. Pense e aja, também.
Escrito por Claríssimo
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
ESQUECERAM DA GENTE NA PE-22
Na placa inaugural do terminal da PE-22, esqueceram(?) de incluir o nome do prefeito do Paulista, que ficou inconformado diante das autoridades presentes ao evento. Fala a matéria que a placa será substituída e terá o nome do referido Chefe do Executivo municipal.
Hoje, 27/08/2009 ainda não colocaram a placa "corrigida". Mas, Se o empreendimento é estadual fisica e financeiramente, e até onde se sabe, não houve contrapartida da prefeitura do Paulista, por qual motivo teria que se colocar o nome do chefe do executivo de lá?
07/10/2009 - 15h06min
Bem, corrigiram a placa inaugural da PE-22, quer dizer, do Terminal Integrado Pelópidas Silveira, ou melhor, do Terminal Bumerangue (pense num bichinho comprido). O nome do prefeito do Paulista foi colocado, mas creio que ainda há dois erros:
1. Na data: Cidade do Paulista, 19 de agosto de 2009 ( .) esquecem do ponto final; e
2. Se o terminal Bumerangue serve às cidades do litoral norte, por qual motivo não colocaram os nomes dos prefeitos de Abreu e LIma, Igaraçu, Itapissuma, Araçoiaba e Ilha de Itamaracá? E0 por qual motivo figuram os nomes dos prefeitos de Olinda e Recife, já que o terminal é em Paulista?
Foto: Hædi TM - Termnial Bumerangue (PE22 Paulista) - 08/10/2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
OS SOCALISTAS ESTÃO CHEGANDO: UMA NOVA IDEOLOGIA POLÍTICA BRASILEIRA?
Nossos antepassados viveram momentos de sofrimentos inimagináveis, com toda sorte de perseguição psicológica e física, visando construir uma nação para o povo brasileiro. O vermelho de suas veias foi derramado em cascata e as lágrimas maternais inundaram os vales da morte com suas tristezas eternas pelo sumiço dos seus rebentos outrora acalentados e amamentados amorosamente.
No meio onde vivi, mesmo na década de 1980, falar sobre esquerda, comunismo e coisas do gênero era algo que ainda destravava nas pessoas os gatilhos do medo repressor do passado. A violência física sumira, mas a psicológica continuava e era pior do que a primeira. Contudo, a velha força da exclusão, a ditadura do pensar único cedia natural e irreversivelmente à democracia da polifonia social.
Lembro-me das “Diretas Já”; da democratização do país; da volta dos exilados; dos “caras pintadas”, entre outras coisas. Era uma multidão que fazia a hora por uma nação melhor e para todos; seguindo seus líderes messiânicos, ditos representantes das forças democráticas e progressistas, num combate santo e incansável pela liberdade e contra as forças do retrocesso que oprimiam e escravizavam o povo.
Naquela época havia um divisor de águas. Sabíamos quem era quem. Hoje, tudo se modifica. Ao folhear jornais e revistas; ao escutar e assistir entrevistas, fico atônito e me pergunto: Cadê a esquerda? Cadê a direita? Perderam-se todos os diferenciais de identificação. Em nome da tal da “governabilidade”, ou melhor, em nome da sobrevivência de grupos falidos e obsoletos dos dois lados, todos se uniram.
Inacreditavelmente, o que a ciência não conseguiu fazer, a política fez: misturar água e óleo. E como Noé, socialistas e capitalistas parecem ter construído uma grande embarcação para se salvar do dilúvio consciencial que está inundando essa nação tupi-nagô, a cada dia. Será que incorporaram também, a célebre frase: “esqueçam o que eu falei”? Nesse caso, esqueçamos o que nós mesmos falamos?
Isso exige um neologismo sem o qual ficaríamos como barcos à deriva. Poderia se chamar de SOCALISMO. E antes que haja julgamentos errados a respeito desse recém-nascido, informo que o nome não está relacionado à soca-soca do vovô e nem ao verbo socar. É apenas a fusão do SOcialismo com o CApitalismo, mantendo economicamente e como um remédio genérico, o princípio ativo de cada ideologia nas primeiras sílabas.
O Socalismo nos salvará e nos libertará das visões antigas e obsoletas e nem ditará o caminho, já que tudo dá na venda. Os convertidos serão chamados de Socalistas. Todo sangue e lágrimas dos antepassados serão esquecidos. A dor será banida e a alegria reinará como nas ditaduras anteriores. Contudo, o que me anima é que essa nação pensa e tem olhos bem abertos e acorda para ser senhora de si mesma.
Claríssimo (Hædi -27/07/2008 03:25:31)
domingo, 16 de agosto de 2009
TUDO ACONTECE NA BR, INCLUSIVE ASSALTOS.
Mesmo que você não tenha visto a cara do meliante, não se lembre direito nem tenha observado: placa, cor, etc. Faça o BO, você vai se livrar de algo tenebroso, como por exemplo: seu celular ser usado num sequestro ou roubo e por está em seu nome e por você não ter feito a denúnica na delegacia, você será suspeito de fazer parte da marginalidade e ser preso. Ai, haja tempo para provar a inocência e para pensar nos malefícios do comodismo e da omissão.
OBS: o que mais me impressionou foi que o cara não pediu dinheiro e nem se ligou na máquina digital minha que tava no bolso que estava muito próximo dele. Só sendo livramento mesmo.
No dia seguinte: 17/08/2009 - a via-crucis:
Comprar:
1. Outro celular
2´Chip virgem da Oi
3. Chip virgem da Tim
No caso da Tim, paguei R$ 15,00 pelo chip e a solicitação do desbloqueio foi feito na loja e terei que aguardar até 12h para normalizar.
No caso da Oi - Simples assim, paguei R$ 20,00 pelo chip virgem e ainda tive que ligar pra desbloquear e aguardar até 24h para normalizar.
D'OLHO NA MÍDIA
Segundo o dicionário Aurélio, outdoor é: [F. red. do ingl. outdoor advertising, 'anúncio feito ao ar livre'.]S. m. 1. Designação genérica de qualquer propaganda (painel, letreiro luminoso, parede pintada, etc.) exposta ao ar livre e que se caracteriza por forte apelo visual e comunicação instantânea. 2 . Restr. Grande cartaz com essas qualidades colocado no exterior à margem das vias públicas ou em pontos de boa visibilidade.
Baseado nessa orientação Aureliana, creio que identifiquei uma nova modalidade para essa mídia exterior. cujo nome adequado seira: OUTPIADA, que se constitui em anúnicios patéticos, principalmente, do meio político. Um exemplo disso é uma série de outpiadas colocados às margens da BR101 Norte, que homenageia o atual governador do Estado. Nessa peça publicitária , uma frase me chamou a atenção: HOMENAGEM DO POVO PERNAMBUCANO. Mas peraí! Quem deu autorização para me incluírem e fazer crer que eu estou referendando esse oba-oba? Queria até saber quais foram os critérios usados para dar esse "prêmio" e se também os profissionais de saúde, de educação e os movimentos sociais de Pernambuco, a exemplo do MST que fez uma bela marcha para o Campo das Princesas - essa semana - foram consultados?
Então me aproximei do outdoor para ver se embaixo havia alguma entidade civil referendando e tal.... e para a minha surpresa, quem estava lá: Suape Enregia, Pernambuco Construtora, Bünge, Primor, Construtora Andrade Gutierrez SA, Suata, Queiroz Galvão, Construtora Venãncio, Festamp Eolica e RM Eolica Pernambucana.
Bem, na minha opinião, esse "povo" não representa o Povo de Pernambuco (e sim, um segmento que visa lucros), e o que é que eles entendem de Políticas Públicas e Controle Social e quem são eles para falarem em nome do POVO PENAMBUCANO? Por isso, a frase deveria ser mudada para: HOMENAGEM DAS CONSTRUTORAS DE PERNAMBUCO OU HOMENAGEM DO SETOR PRODUTIVO PERNAMBUCANO. Pois eu não concedi procuração alguma para alguém usar minha condição de "povo" para referendar algo que não fui eu quem votei e se fosse fazê-lo, levaria em conta o cotidiano caótico gerado pelas congestões públicas.
2 - NÃO ENTENDI (09/09/2009)
Quem passa em direção ao terminal da PE-22 em Paulista, se depara com uma mídia externa que homenageia o prefeito atual pelo seu aniversário. Contudo, depois de ler a frase: "A luta não é em vão quando a semente fica", confesso que fiquei meditando sobre qual a razão daquelas palavras e por fim cheguei a conclusão de que (como diria aquela atendente virtual chata da Oi): Não Entendi.
Foto Hædi TM - BR 101 - Paulista - 09/09/2009
Já ia me esquecendo. Uma dica: se você quiser se vingar da atendente virtual da Oi, basta dizer sem parar: Atendente Atendente Atendente Atendente. Ela vai se estressar, fingir que tá numa boa e dizer: entendi... vou transferir sua ligação.... kakakakakakakakakakakakakakakakakaka
3. QUEM SERÁ O DRAGÃO? (08/10/2009)
Todo dia tem uma novidade nas cidades do litoral Norte. Na cidade do Paulista, o PCdoB municipal comemorou a chegada de Jorge Carreiro às suas fileiras revolucionárias e progressistas. Uma das formas para externar essa alegria foi um outdoor. O título é uma saudação: Salve, Jorge! Fiquei olhando e me lembrei que já havia escutado aquela frase (Salve, Jorge!) numa música de Gilberto Gil. Procurei e encontrei: Filhos de Gandhi - álbum: Gilberto Gil em Concerto - 1987. Quase no final, aos 05 minutos e 03 segundos, canta essas frases:
“Axé Babá, Axé, Axé.
Axé Babá, Axé, Axé.
Viva a Jorge. Salve, Jorge.
Viva a Jorge. Salve, Jorge.
Axé, Axé. Axé Babá.
Axé, Axé. Axé Babá.”
Foto Hædi TM - PE-15 - Paulista - 08/10/2009
Então, se Jorge por um acaso for o “São”, quem será o Dragão? Bem, já que quatro pessoas distintas, que não se conhecem e que mesmo sem jogar os búzios me disseram que eu tinha cara de quem era regido por Ogum... Salve Jorge!


