Na composição do painel apareciam funcionários sorridentes (se ganharem mais R$ 1.000,00 mensais, eu acredito naquele riso), à frente do HMA, que só funciona ainda com 30% de sua capacidade.
Então, depois de umas chuvas, escutei no “busão”, um homem dizer: “lascaram Miguel Arraes”. Curioso, perguntei o que teria ocorrido, e ele respondeu que: a “placa” havia caído e se quebrado.
Nas viagens que fiz constatei o fato e fiquei imaginando o que teria ocorrido. Teria sido alguma ação terrorista? Será que forças trevosas e invejosas haviam atentado contra aquele povo sorridente na “placa”?
Teria sido um plano nefasto das forças do retrocesso que vislumbram voltar ao poder e destituir as forças democráticas e revolucionárias? Somente uma visita in loco para iniciar uma investigação.
Ao chegar ao referido local, deparei-me com o possível criminoso, e suas pegadas estavam por toda a placa. Possivelmente, foi ele, ou melhor, foram eles que ousaram destruir aquela placa tão sorridente.
Cupins, senhores. Foram eles sim, e as fotos testemunham isso. Aquele exército ambicioso e faminto contribuiu para fazer ruir aquela placa. E nisso surge outra pergunta, que tipo de cupim terá sido hein?
Terá sido algum cupim oposicionista, da espécie yarbas mendonciae ou quem sabe o serra guerreae? Bem, de toda forma, se nos pequenos detalhes se revelam as grandes verdades. Imaginem a queda de uma placa dessas. O que poderá nos revelar?
Mas como tudo tem serventia, ali serve como local de sombra e com excelente ventilação. Fora isso já serve para o uso comum: é um cagatório, pois o Le Gagué era bóia.
Eis as fotos:
Foto 01
Foto 02
Foto 03
Foto 04


